sábado, maio 03, 2008

http://www.youtube.com/watch?v=jK7bHaBWPV4

:~~

quinta-feira, maio 01, 2008

lalalá
:)

doce êxtase de viver...
aprendemos com os maus momentos
mas descobri ontem que aprendo com os bons momentos, também.

é preciso ser forte pra aguentar pancadas, e é preciso ser forte para revidá-las.
mas é preciso ser mais forte ainda para saber engolir o orgulho e assumir seus erros. É preciso ser mais forte ainda pra estender a mão primeiro, em busca da cura da ferida ainda dolorida.
nada mais que ciclos...

e espero que em espiral.

porque cada mudança é uma renovação; e cada desabor, uma fortificação.
Cada erro, cada tristeza, aprendizado.

You got to be made of iron.. To stand foot in front of this fucking life!
:)


strong, but smood, like a tree.. I guess..
I hope my feelings change into something higher..
and they will, because I always know how to improve myself, unlike most of the people of this place..

segunda-feira, abril 28, 2008

Oi, muito prazer. Sou mais uma idiota nesse mundo, assim como você.
Eu sei que você deve estar se perguntando nesse momento como estou me sentindo depois do que aconteceu. Pois é. Como o esperado de uma louca, estou me sentindo ó-t-i-m-a!
Acho que encontrei meu lugar no mundo.
Isso parte do âmago do meu ser! nada mais recompensador. Consegui muita coisa sendo assim. Me sinto super feliz por você ser desse seu jeitinho, simpático.
Foi excelente! Deveríamos repetir mais, você não acha?
Só uma coisa que você deve saber: todas as coisas que você me disse que sou, tudo o que você pensa de mim, procure dentro de você também. As pessoas sentem mais ódio de verem seus defeitos espelhados nos outros, e nem se tocam disso. Acho que foi por isso que nos demos tão bem. Só estou te dando um ponto por onde começar sua reflexão.

Ah! E julgar os outros sem pensar nos seus próprios erros é coisa de quem não sabe quem é; de quem tem menos maturidade do que muita gente muito mais nova.

Último ponto: eu não preciso de álcool pra soltar minha verdadeira personalidade. Por isso, ande sempre com um litro de cana na bolsa; você pode precisar.



:)


Tenha uma boa vida!

quinta-feira, abril 24, 2008

what've I become?

é um sentimento tão pungente de nostalgia, uma melancolia que eu não sei de onde vem. Saudades... E arrependimento. Porque eu não sei não ser uma pessoa má. Parece que meus ímpetos são mais fortes que meu raciocínio, apesar de eu pensar muito antes de fazer várias coisas. É incrível como sempre vaza o pior de mim pra quem menos merece. Justamente porque não merece.

Eu só queria simplesmente entrar num vórtice e sofrer uma lavagem mental. Queria que fosse jogado fora tudo o que me torna humana... Porque no fim é esse o motivo: sou humana. Mas me culpo, sim, porque tenho consciência de várias coisas que não deveriam existir dentro de mim. Queria que eu pudesse expelir tudo isso com lágrimas... Mas não posso.

O vazio de viver com esses valores, esses divertimentos, acredito que me foram impostos. Não sei até que ponto sou livre. Estou começando a pensar que sou manipulada a fumar, a beber, a me importar com coisas vazias e sem sentido. Acho que a manipulação rola solta, de todo jeito. Porque diabos os seres humanos têm esse instinto maldito de fuder com tudo o que existe, transformar tudo de forma que atenda às suas vontades mais desnecessárias?

Cercas, portões, armas, dinheiro. Comida industrializada, futebol, música, filmes...
Tudo a se reproduzir. Auto-sustentável, essa cultura.

Sinto nojo de fazer parte disso. Sinto nojo de ser quem eu sou. Medo. Tristeza. Tudo combinado.. Sinto mal estar só pelo fato de estar viva.
Porra de hormônios. O que vocês fizeram comigo?


Porque eu pego tudo o que eu tenho e jogo fora? Porque diabos eu não aprendi a dar valor a nada? A nada?





Porque eu fico conseguindo coisas novas e jogando as velhas fora, sabendo que as velhas são de melhor qualidade e feitas para durar mais tempo?




enfim.. espero que ainda role de novo. Porque eu não consigo viver sem meu coração.

segunda-feira, abril 21, 2008

high hopes...

Beyond the horizon of the place we lived when we were young
In a world of magnets and miracles
Our thoughts strayed constantly and without boundary
The ringing of the division bell had begun
Along the long road and on down the causeway
Do they still meet there by the cut
There was a ragged band that followed in our footsteps
Running before time took our dreams away
Leaving the myriad small creatures trying to tie us to the ground
To a life consumed by slow decay

The grass was greener
The light was brighter
With friends surrounded
The nights of wonder

Looking beyond the embers of bridges glowing behind us
To a glimpse of how green it was on the other side
Steps taken forwards but sleepwalking back again
Dragged by the force of some inner tide
At a higher altitude with flag unfurled
We reached the dizzy heights of that dreamed of world





são as pequenas coisas que são belas.. luzes brilhando na estrada, um sorriso quando vc precisa de um. A chuva caindo torrencialmente num domingo, meio-dia.
Compreensão e silêncio tranquilo.

Compreensão...
Silêncio tranquilo...

acho que enjoei de mim mesma mais uma vez...
e enjoei de mudar sempre!

caralho! E enjoei de paradoxo, tbm...
Pois é.
Parar de pensar q meu cérebro tah molhado.
Se continuar com essa corrente, eu queimo.

sexta-feira, abril 18, 2008

eu não ando só
só ando em boa companhia
com meu violão
minha canção
e a poesia!

:)


muita seriedade e pouco riso...




é. a máscara é só risada
mas ela cai, às vezes..
e ninguém gosta de ver




não posso fazer nada, posso?
canso de máscaras...


e tudo é de um vazio tão desesperador, nos meus sonhos, quando eu me confronto comigo mesma...
ainda bem que ainda tenho a música.

quinta-feira, abril 10, 2008

o preço que se paga

Estou sentada às margens do rio que faz fronteira com meu vale da morte. As pessoas conhecidas pelas quais tenho carinho são vultos distantes na escuridão. Acho que a coisa mais curiosa desse mundo é ter que escolher entre extremos, quando poderíamos calmamente andar entre eles. Faço escolhas porque preciso e quando não posso evitar, mas sempre pego um desejo meu, rasgo no meio e levo uma metade, abandonando outra ao longo do meu caminho. Resgato esses milhões de pedaços só em memórias e suposições do que poderia ter sido. Lembro desses seres dos quais faço parte, meus amigos, e de repente sinto como laços vão e vêm e, no fim, só me resta um vale escuro, e meus pensamentos. Só tenho a mim mesma.
Nesse lugar em que me encontro, onde o ar que respiro é angústia, fico pensando em quantas coisas mais vou ter que rasgar pra me manter em pé, andando. E o pior é que meus passos nunca são firmes, mas trêmulos e desengonçados, como se eu não tivesse a habilidade de me manter em equilíbrio por muito tempo. São as consequências de tanta ruptura, tanta inconstância e uma indecisão que aniquila meus focos.
Passo semanas, meses, achando que estou bem. Daí, um belo dia, um pequeno acaso, um pequeno erro e minhas frágeis colunas de cinzas (de pensamentos incandescentes) é soprada pelos ventos da mudança, desabando. Elas caem, e são gritos de horror e berros de angústia silenciosos me trespassando.
Só queria saber até quando vai durar isso... Até quando minhas colunas mentais serão de cinzas, até quando minhas explosões vão ser de dor. Ou quanto tempo vou aguentar passar por isso. Porque enquanto me mantenho cada vez mais anestesiada e forte, mais minha resistência aumenta. Parece progressão geométrica.. Tem uma razão, que multiplica o tanto de dor que eu tenho que sentir da próxima vez, pra ficar na merda.
Conto com a sorte pra minha vida ficar mais leve, as coisas mais fáceis, mas por enquanto só tem piorado, e os intervalos de tempo em que me sinto mal são cada vez mais longos. Contudo, cada crise me devasta mais, parece que destrói mais, e assim vão minhas boas memórias escoando pelo ralo, ou pelo ouvido, cedendo lugar a cada mínima coisa das quais me culpo.
Mas como tudo são experiências, a dor é minha aliada em meus sonhos de ser uma criadora. O problema é confrontar as coisas das quais tenho vergonha, e essas espero que nunca passem pra nenhum papel. O problema é que são essas as coisas que mais preciso escoar, e não tenho coragem de dizer uma palavra.
As pessoas se sentem triunfantes quando descobrem erros de caráter nas outras, e eu tenho inúmeros. E uma coisa que elas têm que entender é que eu tenho consciência de cada um deles melhor que qualquer um. Quem sente a culpa sou eu, quem colhe os frutos sou eu. Por isso me mantenho reclusa, às vezes, à beira do meu rio de fogo.
Só espero o belo dia em que atravessarei esse rio, vestida só de aura, pra me encontrar com o mais profundo de mim mesma em paz.
mais um cigarro
e mais um
e mais um

incontrolável
assim como minha vida toda...
incontrolável

a unica certeza que eu tenho eh que eu nao posso ter certeza sobre nada
e eu sei nada
e sou nada...

terça-feira, abril 08, 2008

quinta-feira, abril 03, 2008

comendo bolacha cream cracker com leite com nescau.
parece com minha vida, isso...
ter que me contentar com o que consegui: um monte de NADA.
o mais foda é ter que conviver com minha mediocridade, quando eu abomino isso nos outros. nem gosto de conversar com quem nao consegue passar no vestibular, ou não conhece as mesmas coisas que eu, ou ignora certos conhecimentos computacionais, quando eu mesma pouco ou nada sei sobre essas coisas, e nem passei na unicamp, coisa que eu queria tanto.
Agora sou uma ociosa inútil, que fica pensando mais na opnião alheia do que nos próprios sentimentos, e vive nesse mundinho como se fosse uma folha, só esperando o tempo passar.
até ano passado eu me orgulhava tanto de ser eu, e era arrogante porque estava num nível superior; era mais esperta, de uma forma geral, pois nuncame deixei levar por pre-conceito, coisa bem incomum. consequentemente, aprendia mais.
Agora, me vejo deixando a vida passar diante de mim, sem fazer nada construtivo, sem levar a sério as coisas que estou fazendo, perdida num mundo vazio de bebida, cigarro, música ruim e a.

sou uma pessoa com claustrofobia por estar dentro de si mesma, menos humana que muita gente, pois estagnei, e estou deixando de raciocinar para sentir, comportamento que caracteriza animalidade.

típica compulsão de existir, sem na verdade querer, acabo só preparando futuras torturas.


e é isso, resumidamente.
claro que não citei família, nem precisa. Uma pessoa fudida desse tanto só pode estar sendo muito negligenciada e julgada, não é mesmo?

terça-feira, março 25, 2008

O "eu idealizado" e a prática de viver

Eu ligo a televisão e assisto à propaganda do novo Eco Sport, pego o ônibus e, quando passo pela avenida Santo Amaro, vislumbro, tanto de um lado como de outro, aqueles prédios enormes residenciais com telhado suiço lá no topo, passo pelo Jardins e vejo aquela proliferação de restaurantes à meia-luz e mulheres com longas pernas e peles tão lisas que só de ver, é possível sentir seus perfumes. E eu acabo por pensar: "eu queria ter isso aí, queria estar ali, sentir aquilo...". Mas tal pensamento não dura mais do que 10 segundos. Ele existe e faz sentido para o meu eu idealizado. Para aquele eu que não existe (e talvez nunca exista, porque ele simplesmente é ideal demais para ser verdade) e não para mim, eu prático. Meu eu prático contenta-se com qualquer esfiha de boteco e festa na laje ao som do mais belo funk. Mas meu eu idealizado é importante, obviamente. É a partir dele que crio as expectativas e sonhos, os objetivos a serem alcançados. É ele quem vai casar, vai ter filhos, vai viajar, ter uma casa de praia nos Emirados Árabes e falar 14 línguas. E enquanto isso não acontece, eu vou vivendo como dá com o meu eu prático. Ele acredita, eu sei, no fundo, que um dia os dois podem se juntar e ser um só. Qualquer dia desses eu junto meus pedaços e vou assistir a uma corrida de cavalos no jóquei clube (meu 1º sonho a longo prazo).

Sabe por que a loira instalou um pára-raio no teto do carro dela? Porque ela tem medo de sequestro-relâmpago. =P

Tô ouvindo: Cornflake Girl - Tori Amos

quinta-feira, março 20, 2008

eu sempre acabo gadiando mesmo que eu nao queira..
incrivel.
odeio esse meu impulso escroto
:/~
que me faz ser imbecil com as pessoas

quarta-feira, março 19, 2008

calma, calma...
Com muita calma chegamos lá.
Tem horas que a PORRA O CARALHO A BOSTA da vida te dá um SEI LAH SEI LAH SEI LAH DE MERDA mas vc tem que ter calma, muita calma
porque senao vc acaba papocando o teclado de tanta raiva na hora de digitar a porra do texto.












será que um pouco de ódio consegue o que a paciencia nao consegue?
acredito que as vezes sim..








espero que sim






porque se nao resolver, nada mais resolve.

terça-feira, março 18, 2008

liberdade é um estado de espírito e, como tal, não depende do meio. Um corpo encarcerado não padece com uma mente livre, enquanto quem vive preso se deixa possuir pelo que possui, e não consegue ver além do que toca nem sente além do que vê
fiquei tão decepcionada comigo mesma hoje...
O pouco de prática que adquiri com meu baixo tá reduzida em 30% mais ou menos e meu ouvido tah uma bosta! Não consegui pegar de ouvido uma musica elementar, besta!
tive que recorrer a cifras! (fazia tanto tempo que eu nao precisava disso.. tava tirando uns funks de ouvido, brother!)
Tentei escrever, e nada
Tentei desenhar, pior ainda!
E pintar?!? N quero nem tentar oh!
:P

To me sentindo a pessoa mais sem talento e imbecil do mundo!
Realmente acho que tá na hora de deixar de lado o ócio e começar a criar um pouquinho de bom-senso! Assim, vou ficar estagnada ao que se reduz a maioria da população: meros sobreviventes.

To escutando coldplay, e como disse um grande amigo meu, (não lembro as palavras exatas) banda depressão demais aeah!

mas é assim.. uns dias vc tá bem
outros, tá na merda
bola pra frente (que coisa ridicula.. não me admira eu estar num dos dias de merda... que ditado imbecil e de mau gosto!)

preciso preciso
preciso
:)

segunda-feira, março 17, 2008

cristóvão buarque a respeito da internacionalização da amazônia.

    Eu acredito que todo o brasileiro tenha que ler está matéria:

Afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho,
educadíssimo, nos americanos...




Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, o
ex-governador do Distrito Federal, CRISTOVÃO BUARQUE, foi questionado sobre
o que pensava da internacionalização da Amazônia.


O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a
resposta de um humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr. Cristóvão Buarque:


De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
internacionalização da Amazônia.
Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse
patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a
Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o
mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro

O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
Amazônia para o nosso futuro.

Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar
ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não
pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a
Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões
arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as Reservas
financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos
os grandes museus do mundo.

O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é
guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano.

Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio
natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um
quadro de um grande mestre.

Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do
Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em
comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.

Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve
ser internacionalizada.

Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim
como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada
cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer
ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de
deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais
nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar
essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as
lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem
defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em
troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada
criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola.

Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não
importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do
mundo inteiro.

Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem
as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não
deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando
deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.

Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a
Amazônia seja nossa. Só nossa!".


OBS: ESTA MATÉRIA FOI PUBLICADANO NEW YORK TIMES/ WASHINGTON POST,
TODAY E NOS MAIORES JORNAIS DA EUROPA E JAPÃO.
NO BRASIL ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA.

sexta-feira, março 14, 2008

ela bebericava um café com adoçante(e ela odiava adoçante!), e fumava um hollywoo(ela normalmente fuma marlboro!), e chorava. Seus olhos ardiam por causa das lágrimas misturadas com a maquiagem da noite anterior.
Seu coração parecia uma toalha molhada e mofada...

Irônico o momento em que ela riu no msn para um amigo, chorando sozinha em casa. Um choro desconsolado e trágico.
Merda!

:)

AHAHAHAHAHAHA

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