sábado, julho 04, 2009

:)

he was soooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo fucking uncomfortable
that I could only think about how much he wanted it.

quarta-feira, julho 01, 2009

riders on the storm

hoje eu passei o dia procurando musicas
letras
tentando achar palavras pra descrever o que eu sinto.
por mais que eu tenha me deparado com umas que fazem todo o sentido do mundo, nenhuma delas conseguiu alcançar meu íntimo.
acho que passei o dia todo sentindo sede.

sede de aprender
sede de viver
sede de me entregar aos meus medos e aos meus impulsos.
sede de sorrir e me libertar

quebrar mais um dos infinitos grilhões que me retêm.

riders on the storm...
:)

sair por aí dirigindo numa tempestade, mas avançando
ao invés de estar na minha zona de conforto[termo útil vindo de um filme blockbuster, uma algema que me era invisível]

correr

dançar

cantar

gritar bem alto e abrir os braços

porque diabos os seres humanos sentem esses impulsos?
e mais importante: porque não se permitem?

sábado, junho 20, 2009

meio-sorriso
lembrança

the echo of a distant time comes willowing across the sand...


Strangers passing in the street
By chance two separate glances meet
And I am you and what I see is me
And do I take you by the hand
And lead you through the land
And help me understand the best I can



olhos tristes e saudosos
sede daquele abraço e daquele cheiro
desde aquele dia, até hoje!

e depois dizem que os seres humanos são racionais...

quinta-feira, junho 18, 2009

boooooooooooooooooooom dia, senhoras e senhores
hoje, eu gostaria de apresentá-los a essa fooooormiiiga que vem passando!

olha como as patas dela se mexem! meu deus do céu que absurdo!

domingo, maio 31, 2009

As you look around this room tonight
Settle in your seat and dim the lights
Do you want my blood, do you want my tears
What do you want
What do you want from me
Should I sing until I can't sing any more
Play these strings until my fingers are raw
You're so hard to please
What do you want from me

dia 29 de maio

raiva de respirar
raiva de existir
eu não sei mais quem eu sou
me perdi num vórtice
me tornei humana de um jeito tão doloroso...
de repente, tudo o que eu não senti durante muito tempo voltou de uma vez
em forma de desespero


eu não sei o que fazer
não sei como agir

não sei nem mesmo o que pensar...


as coisas mudaram de repente
eu só queria dormir durante 5 anos...

terça-feira, maio 26, 2009

hoje
ainda

tão profundo!!
tão eterno!

uma das pequenas coisas mutantes e imutáveis que existem dentro de mim
um dos maiores temas: o amor.

simplesmente não consigo abstrair...

;* pra você
de mim

e você nem sabe...

desde quando?
2003, eu acho...
fascínio imortal.

mgmt time to pretend. escutem, fantasmas que leem esse blog. pq ninguem vivo lê! hahahaha

talvez eu seja um pouco doida...
mas sou predominantemente amor, apesar de desconfiado.
porque tantas exigências?
porque me fazer sentir medo?
eu não quero mais! não aguento mais!

ter que sofrer porque eu sou diferente
ter que sofrer porque eu não consigo me encaixar
nessa merda de sociedade hipócrita!

todo mundo acha que sabe o que é melhor
mas esquecem que há um mundo pra cada pessoa

cada uma tem seus valores, suas psicoses
psicoses...

transgredir as regras é viver
não quero ser uma máquina!

nasci única, como todo mundo.
se fôssemos destinados a nos comportar da mesma forma, seríamos feitos em série.

aí, eu sou um hexágono e tentam me encaixar num buraco de quadrado.
não entra, saka?

frustração.

quando o ser humano se entender, a gente fica melhor.

terça-feira, maio 19, 2009

honey you're a rock upon which I stand...

so where r u to rescue me from all those nightmares?
sometimes i feel so forsaken...
forgotten
sometimes I feel that I'm away from this world...
I miss me. I miss my earlier years, when I was careless and beloved...
When I didn't have to give excuses for my behavior...
When I had fatherly shelter, sweet brothers...
Now, I'm getting further from where I'd like to be

now, I listen to Coldplay on desperate nights, and my friends aren't there either...
I guess things are how they're supposed to be... Mr. Yutaka told me that I would ever be lonely... Not much friends, not much for me to be attached to.

Free, incredibly talented, but always lonely...

'you're a master', he told me.
'you can learn anything you'd like to, you can do anything you want, but you'll always be a lonely person', and I don't know if that's what I want.

of course it's my fault.
i always get bored from everyone... I don't like much company. I don't like to be in a place where there are more than 5 persons talking about nothing...
I like to do productive things. I have this urge which impells me to build, create, learn, live.

however... i get bored so easily...I don't seem to be able to finish any work... The only thing that remains giving me plasure is the music.
Sweet, beloved music.

and yet, now, i feel like there was something squeezing my heart...this cold, wet hand on my throat, suffocating me... because i'm not being who I'm supposed to be...
but who the hell am I?
why the fuck do we have to be so limited by our society?
why don't we have permission to just... breathe and smile?

domingo, maio 17, 2009

insonia querida
me deixa cansada
e um tanto o quanto frita

pior que café
só sintéticos
24, 48, quantas horas sem dormir?

no minimo umas 36.
remedio acabou
to começando a me descontrolar de novo
quero dormir.

sábado, maio 16, 2009

"Publicar quadrinhos não é um hobby e muito menos algo movido a paixão. É preciso deixar bem claro que ninguém na Ediouro decidiu investir pois gostava de quadrinhos e queria ver o material publicado com qualidade, mas sim pois parecia ser uma boa oportunidade comercial. A mesma coisa vale para a reformulação ou mesmo saída deste mercado, não adianta expressar suas mágoas nos comentários do site e esperar tocar o coração dos empresários que mandam no negócio."

tooma!

pra ver o resto, http://www.ambrosia.com.br/2008/12/17/a-questao-da-editora-pixel/

digno de lembrança esse texto.

quinta-feira, maio 14, 2009

eu sou uma fodida insegura depressiva compulsiva do caralho
o mais foda
eh que eu nunca sei o que esperar de mim

porque porqueeeeeeeeeeeeee
eu nao sou uma pessoa normal, sazonal?
porque caralho eu tenho que ser essa porra de imprevisibilidade personificada??????????????



minha frase pra mim mesma é: não conte comigo.
porque eu nao tenho um pingo de auto-controle
só a ilusão de ter, vez por outra.



ah
e preciso dormir
mas nao consigo

9:09 da manhã
assistir desenho animado? escrever? tocar?

juro que eu nao to nem funcionando
cansada demais
mas meu cerebro nao para

o ser humano eh completamente racional, mesmo...
tão racional que no final das contas sempre segue os sentimentos ao invés de seguir a razão
tão nobre razão humana
nojenta

o adjetivo 'humano' pra pessoas bondosas
só pode ter sido criado por um cara muito irônico...

incoerência
hiperatividade



sai sai sai saaaaai! bosta quero dormir

ah! e o mouse não funciona.
:)

sábado, maio 09, 2009

café + MHS
juro que to quase ficando doida oh

pensamentos confusos e disformes, ansiedade no limite
meu corpo pedindo um alívio de toda a energia que eu liberei com a cafeína.
nenhum pensamento para no meu consciente, meu cérebro trabalhando a mil por hora
mil ideias por segundo percorrem minha superfície, e meus dedos não acompanham sua velocidade.
de cada coisa que eu escrevo, deixo de escrever dez que eu pretendia, por falta de memoria ram no meu cérebro...


nossa senhora
to tendo um buffer overflow aqui!
pqp


como eu odeio essa merda de materia oh....
primeiro que as fórmulas são deduzidas a partir de calculos aproximados, entao NUNCA seriam usadas na prática.
segundo, que eu preciso decorar todas elas, e sair jogando quebra-cabeça com essas porras pra resolver essas questões medíocres, cuja maior necessidade intelectual é não cair em cascas de banana por causa das unidades (coisa de principiante), e usar formulas derivadas das q ja existem, como se elas fossem poucas

por isso que eu nunca consegui aprender porra de fisica
eh sempre a mesma merda, so mudam as letras
__
vai se fuder

se for pra ensinar fisica, que pelo menos ensinem direito no ensino medio
pra gente n precisar aprender coisa inutil, so pra ter que esquecer [caso estude exatas, porque ensino superior eh completamente diferente, e caso estude humanas, porque NUNCA precisariamos saber dessas merdas]

ah vai tomar no cu
q eu to eh estressada
com essa bosta toda
fodam-se os burros que escolheram as materias de fisica a serem ensinadas.

terça-feira, abril 28, 2009

00:47
eu estou sentada num bar escuro e enevoado pela fumaça dos cigarros e charutos acesos ao meu redor. Minha mesa é a de um canto bem perto do palco improvisado, e eu estou sentada só. Com a mão direita apoiando o queixo e a mão esquerda segurando mais um dos cigarros inebriantes, nem tenho consciência de que existo. A única coisa que se mostra em movimento é a banda. Charles Mingus de olhos fechados, dedilhando seu contra-baixo antiquíssimo, macio, ondulante, alcalino. Meus amigos conversam um pouco entre si, todos músicos, comentando os intervalos e escalas, ou a ausência deles. De vez enquando, desvio um pouco a minha atenção para a conversa, rindo de alguma piada ou comentando alguma observação feita.

Na mesa atrás da minha, está um grupo de homes de meia-idade jogando pôquer. Um barbudo gordo com um chapéu-côco preto e cabelos batendo nos ombros, um magrelo alto com a face encovada, um nem gordo nem magro, a barba perfeitamente feita, suspensórios vermelhos, blusa branca de botão e mangas compridas, olhar sevagem e boca encrispada. Esse último, tira o charuto da boca, cospe e o põe de volta, mordendo a ponta e olhando mais uma vez suas cartas. Ele aumenta a aposta.

Na mesa do meu lado (esquerdo, já que eu estou encostada na parede do lado direito), está sentado um negro com a cabeça raspada, o seu chapéu em cima da mesa, um tatuagem de um símbolo, possivelmente celta, que eu não sei o que significa. Ele usa blusa de botão sem manga e calças plissadas cinza. Uma moça vstida de preto, com longos cabelos encaracolados e pele muito branca chega e senta ao seu lado.

Na mesa à frente do recém-composto casal, está aquele que desviou minha atenção por um período mais longo, e que vou chamar de Y: cabelos compridos escuros, olhos profundos e vidrados na banda, sobrancelhas expressivas e pés marcando o tempo da música. Ele fuma um cigarro atrás do outro, marca o tempo da música com os pés, ensaia uns dedilhados com a mão livre, e sua expressão denuncia anos e anos a mais do que seu corpo aparenta. Em sua mesa estão sentados outras pessoas. Elas bebem e conversam, riem e se movimentam. A única pessoa que parece estar alheia à tudo é Y, que mal pisca os olhos.

Ele parece a síntese do som, grave e introspectivo, sensível e bruto. Ele levanta e vai ao banheiro, e seus movimentos parecem ditados pela harmonia e pelo ritmo. Ele se chama, finalmente descubro, Summertime...

E ele é composto de contra-baixo, piano e bateria.
e eu o amei
:)

quarta-feira, abril 22, 2009

poema do allan poe, lindo =) the raven, o mais conhecido dele

The Raven *(by Edgar Allan Poe,first published in 1845)
Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary,Over many a quaint and curious volume of forgotten lore,While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,As of someone gently rapping, rapping at my chamber door." 'Tis some visitor," I muttered, "tapping at my chamber door;
Only this, and nothing more."
Ah, distinctly I remember, it was in the bleak December,And each separate dying ember wrought its ghost upon the floor.Eagerly I wished the morrow; vainly I had sought to borrowFrom my books surcease of sorrow, sorrow for the lost Lenore,.For the rare and radiant maiden whom the angels name Lenore,
Nameless here forevermore.
And the silken sad uncertain rustling of each purple curtainThrilled me---filled me with fantastic terrors never felt before;So that now, to still the beating of my heart, I stood repeating," 'Tis some visitor entreating entrance at my chamber door,Some late visitor entreating entrance at my chamber door.
This it is, and nothing more."
Presently my soul grew stronger; hesitating then no longer,"Sir," said I, "or madam, truly your forgiveness I implore;But the fact is, I was napping, and so gently you came rapping,And so faintly you came tapping, tapping at my chamber door,That I scarce was sure I heard you." Here I opened wide the door;---
Darkness there, and nothing more.
Deep into the darkness peering, long I stood there, wondering, fearingDoubting, dreaming dreams no mortals ever dared to dream before;But the silence was unbroken, and the stillness gave no token,And the only word there spoken was the whispered word,Lenore?, This I whispered, and an echo murmured back the word,
"Lenore!" Merely this, and nothing more.
Back into the chamber turning, all my soul within me burning,Soon again I heard a tapping, something louder than before,"Surely," said I, "surely, that is something at my window lattice.Let me see, then, what thereat is, and this mystery explore.Let my heart be still a moment, and this mystery explore.
" 'Tis the wind, and nothing more."
Open here I flung the shutter, when, with many a flirt and flutter,In there stepped a stately raven, of the saintly days of yore.Not the least obeisance made he; not a minute stopped or stayed he;But with mien of lord or lady, perched above my chamber door.Perched upon a bust of Pallas, just above my chamber door,
Perched, and sat, and nothing more.
Then this ebony bird beguiling my sad fancy into smiling,By the grave and stern decorum of the countenance it wore,"Though thy crest be shorn and shaven thou," I said, "art sure no craven,Ghastly, grim, and ancient raven, wandering from the nightly shore.Tell me what the lordly name is on the Night's Plutonian shore."
Quoth the raven, "Nevermore."
Much I marvelled this ungainly fowl to hear discourse so plainly,Though its answer little meaning, little relevancy bore;For we cannot help agreeing that no living human beingEver yet was blessed with seeing bird above his chamber door,Bird or beast upon the sculptured bust above his chamber door,
With such name as "Nevermore."
But the raven, sitting lonely on that placid bust, spoke onlyThat one word, as if his soul in that one word he did outpour.Nothing further then he uttered; not a feather then he fluttered;Till I scarcely more than muttered,"Other friends have flown before;On the morrow he will leave me, as my hopes have flown before."
Then the bird said,"Nevermore."
Startled at the stillness broken by reply so aptly spoken,"Doubtless," said I, "what it utters is its only stock and store,Caught from some unhappy master, whom unmerciful disasterFollowed fast and followed faster, till his songs one burden bore,---Till the dirges of his hope that melancholy burden bore
Of "Never---nevermore."
But the raven still beguiling all my fancy into smiling,Straight I wheeled a cushioned seat in front of bird and bust and door;,Then, upon the velvet sinking, I betook myself to linkingFancy unto fancy, thinking what this ominous bird of yore,What this grim, ungainly, ghastly, gaunt, and ominous bird of yore
Meant in croaking, "Nevermore."
Thus I sat engaged in guessing, but no syllable expressingTo the fowl, whose fiery eyes now burned into my bosom's core;This and more I sat divining, with my head at ease recliningOn the cushion's velvet lining that the lamplight gloated o'er,But whose velvet violet lining with the lamplight gloating o'er
She shall press, ah, nevermore!
Then, methought, the air grew denser, perfumed from an unseen censerSwung by seraphim whose footfalls tinkled on the tufted floor."Wretch," I cried, "thy God hath lent thee -- by these angels he hathSent thee respite---respite and nepenthe from thy memories of Lenore!Quaff, O quaff this kind nepenthe, and forget this lost Lenore!"
Quoth the raven, "Nevermore!"
"Prophet!" said I, "thing of evil!--prophet still, if bird or devil!Whether tempter sent, or whether tempest tossed thee here ashore,Desolate, yet all undaunted, on this desert land enchanted--On this home by horror haunted--tell me truly, I implore:Is there--is there balm in Gilead?--tell me--tell me I implore!"
Quoth the raven, "Nevermore."
"Prophet!" said I, "thing of evil--prophet still, if bird or devil!By that heaven that bends above us--by that God we both adore--Tell this soul with sorrow laden, if, within the distant Aidenn,It shall clasp a sainted maiden, whom the angels name Lenore---Clasp a rare and radiant maiden, whom the angels name Lenore?
Quoth the raven, "Nevermore."
"Be that word our sign of parting, bird or fiend!" I shrieked, upstarting--"Get thee back into the tempest and the Night's Plutonian shore!Leave no black plume as a token of that lie thy soul spoken!Leave my loneliness unbroken! -- quit the bust above my door!Take thy beak from out my heart, and take thy form from off my door!"
Quoth the raven, "Nevermore."
And the raven, never flitting, still is sitting, still is sittingOn the pallid bust of Pallas just above my chamber door;And his eyes have all the seeming of a demon's that is dreaming.And the lamplight o'er him streaming throws his shadow on the floor;And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted--- nevermore!

quarta-feira, abril 08, 2009

260 postagem: uma ficção inspirada em fatos reais. Ler escutando Charles Mingus: Goodbye pork pie hat

meu relógio progride sem o tic tac. Fica lá, pendurado na minha parede, mudo, vítima dos lampejos dos meus olhos quando estou observando a fumaça do meu cigarro. Um relógio moderno, digital, mas barato. Tem umas duas luzes neon queimadas, que eu gosto porque me confundem quando vejo as horas.
Enquanto a chuva arrasa o mundo microscópico, seu som retumbando como se quisesse demonstrar a guerra em miniatura que está acontecendo lá fora, eu estou deitada, calma em meus lençóis, escutando um jazz regado a whisky, ruminando os acontecimento do final de semana passado.
Eu sempre achei que tinha nascido na cidade errada, no século errado, e que tenho a idade física errada pros meus 17 anos. Não aguento mais sair e encontrar meus amigos fúteis, presos em suas vidas fúteis e supostamente livres. Uma classe média cheia de pseudo-cultura, de peudo-conversas sobre os acontecimentos internacionais mal contados pelos jornais, de pseudo-conhecimento sobre música, livros e revistas pseudo-underground. Será que ninguem vê que o anti-popular é popular hoje em dia? Será que ninguém vê que não tem mais lugar pra loira burra que todos tanto queriam no século passado?
Mais uma vez a juventude acha que está superando seus pais, que está sendo revolucionária, que gostar do que os outros não gostavam a torna melhor, diferente. Mas ao contrariar as idéias dos nossos progenitores, estamos meramente nos rendendo a Darwin.
Nosso caminho regado a drogas só nos faz permanecer num estado latente de vida. Somos como o plâncton no mar, somos levados pela correnteza, e achamos que fazendo arte, estamos nos libertando.

Mas na verdade, o ato de criar pensamentos tocáveis nos afasta cada vez mais uns dos outros...
criamos nossos mundos, interpretando fatos e acontecimentos, e nos negamos a permanecer juntos. Cada pessoa quer ter uma idéia original que os torna únicos, mas a verdade é que isso só serve pra nos segregar em raças, países, grupos e, por fim, universos isolados, impossíveis de unir.


A chuva cai, o mundo microscópico pulsa, se agita, o relógio é a síntese do tempo, que passa e nos arrasta consigo, e achamos que sendo únicos nós marcaremos o mundo de alguma forma. Mas a realidade é justamente o oposto...


cansei de falar sobre isso.
essa música do john coltrane é muito agitada... porra de flauta chata. mingus é bem melhor...

agora, sim...
enfim. os acontecimentos do final de semana passado... nada demais. coisas vieram, coisas se foram, nada mudou. ou mudou, porque sempre acaba mudando alguma coisa a cada segundo. eu mudei, porque não consigo mais ver as coisas como eu via há duas semanas. o problema é que isso é uma coisa cíclica... não consigo sair desse lugar. o que será que eu preciso fazer?
Mudar.

primordialmente, é isso.
Mas como?

Tentando até conseguir.

Primordialmente, é isso. Mas COMO?

vê a redundância na idéia?
:)

segunda-feira, abril 06, 2009

eu tava pensando aqui...
em como eu sou do contra.

se eu nao posso uma coisa, quero
quando eu tenho, não quero

quando eu sou desafiada, viro outra pessoa
acho que não me esforço pra ser entendida.
quando pensam uma coisa, eu me mostro outra só pra dúvida permanecer pra sempre.

nem é bem isso..

é tipo aquela coisa de
odeio quem chega com idéias formadas e imutáveis.
sinto logo vontade de jogar aquela dúvida em cima das certezas das pessoas, sabe...

acho ridículo quando vejo o ser humano formulando um julgamento a respeito de outros, difundindo aqele julgamento e os terceiros acreditando.

dá pra ver aquilo transparecendo no olhar, sabe...

se chegam com queixo de 'sou o fodão e sei que você me quer', desprezo
se chegam com interesse em compartilhar idéias, compartilho
e se chegam com idíasformadas fingindo que querem discutir o assunto, eu vejo, cara
eu sinto
e paro.

duvide de mim, e eu vou te menosprezar.
me desafie, e eu vou dar meu melhor, mesmo que eu perca.
e juro que nao sinto magoas
odeio gente competitiva demais, que quer porque quer ganhar.
eu deixo..
não tenho o menor problema


quer discutir daquele jeito burro, sem argumentos, continuando porque quer sair por cima?

já ganhou. não perco meu tempo falando com paredes, acredite.

domingo, abril 05, 2009

eu nem quero disfarçar nada
nem quero dizer também

quem eu quero não me quer
e quem eu não quero não me esquece

e

é uma coisa que fica guardada dentro, aqui

que eu só queria me abrir e soltar..

mas isso não tem nada a ver com as palavras antes do 'e' solto, ali

vai entender...

ou não entenda, melhor dizendo


esquecer não é perder

você acha, um dia, o que foi esquecido


o perdido, se perdeu por aí



e


eu nem entendo o que eu to sentindo agora
só sei q não é nem de perto positivo pra mim
talvez pro meu crescimento


e to com medo de dormir
porque tive pesadelo na noite passada
=)

terça-feira, março 31, 2009

spanish castle magic

Incrivel
musica
felicidade


rock'n'roll makes my life better
^^

oh, so insistent

deletei umas 30 linhas de pura merda, agora
=)

sem inspiração
de tpm
tem um pedaço de casca de pizza em cima da mesa
e tinha uma barata toda farceira na minha cozinha imunda...

eu to sentada, meu cérebro tentando trabalhar, mas parece que alguma coisa tá me bloqueando, me fazendo sentir essa energia estagnada e indescritível, irretirável, irremovível, agoniante e tão simples... ésó uma agonia sem sentido, acho que pq eu to morrendo de tpm.
não tem motivo, não tem como escrever e atirá-la pra fora de mim!

acho que foi a porcaria do sanduiche do burger king. meirmao, nunca comi um sanduiche tao ruim na vida. toda a porcaria de que ele eh feito deve tah me fazendo mal mental.



argh.

vazia, rasa, sem perspicácia...
minhas unhas mal pintadas, minha música entalada
por sinal, ela não quer sair!

vou ficar devendo um texto melhor pra essa música, que é título do meu texto.
ela é linda demais pra entitular tal mediocridade literária.


L.

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