terça-feira, setembro 18, 2012

Péssimos dias... Culpa... ver os dois lados não alivia em nada. Eu queria poder fazer algo.. mas tbm tenho medo de piorar as coisas. Se eu fosse fiel aos meus pensamentos, acho que nada disso teria acontecido. Mas como ser fiel a algo tão líquido? O mundo é realmente muito líquido, e tudo muito efêmero. Hoje estou aqui, ontem estive em outras esferas completamente diferentes. Amanhã estarei em outras... Mas as coisas que eu queria manter apenas se afastam mais e mais... O que eu posso fazer é criar uma casca, não me deixar afetar e lutar pela minha independência. Não posso fazer nada além disso... Não agora, quando as pessoas têm tanto domínio sobre meus passos. Sinto como se a pessoa que eu mais amo na vida constantemente rasgasse pedaços meus, só por poder... Mas é claro, ela quer evitar que eu erre. Se irrita com quem parece estar me causando algum mal... E talvez esteja, mesmo. É difícil julgar o que é correto, pois racionalizar sentimentos nunca foi do meu feitio. Nunca consegui... Eu acredito mais no que eu sinto do que em qualquer outra coisa... Não interessa o quanto eu estude, sempre vou me deixar fluir por onde meu coração manda. E sempre vou me sentir responsável por aquilo que me cativa. Assim como quem me cativa é responsável por mim... Mas me vejo muito jogada de um lado pro outro, abruptamente recortada de lugares que eram meus por direito. Tudo bem... Jajá isso não fará mais diferença. Só o que eu preciso é de autonomia, de dinheiro e minha casa. Um lugar em que eu possa criar sem interrupções, sem dramas, sem ter que ficar o tempo inteiro justificando as coisas que eu faço que sei que estão certas. Pois se eu não achasse isso, não faria! Faz tanto tempo que não escrevo esse tipo de texto, que me parece estranho... Obrigada, cano de escape. Ai ai... Desculpa, X. Te amo... Engraçado.. sou muito burra. ahahaahha fff

sábado, julho 07, 2012

despejando merda

Mermão, serio tu tem noção do tanto q tu me fere com tuas merdas? tu sabe q tu se passa ne? n sei o q eu te faço de tão mal pra tu me tratar feito bosta, como tu faz com qualquer coisinha. N sei nem PORQUE eu fico proxima de gente que caga o pau que nem tu saka? vai tomar no olho do seu cu e boas pra vc, pq cansei dessa mierda....

segunda-feira, junho 11, 2012

três insights: 1- Eu não quero ser que nem meus pais. 2- Talvez eu tente tanto ser mais, sempre mais, porque me acho uma perdedora e inútil, e fico tentando me provar o contrário do que eu acho que sou. E na verdade, eu sempre coloco os pés pelas mãos e nunca faço as coisas tão bem o quanto eu gostaria. 3- eu me odeio e que merda... que merda que merda! sou muito burra oh ;P e frágil demais eu queria ter o coração de pedra, o espírito voltado para a ação mwahaha mas sou uma sentimental burra que tenta não ser... n aguento mais todas essas contradições!!! n aguento mais n aguento mais pessoa com 24 anos e conflitos de adolescente! ahahhhaa que bom!

quinta-feira, junho 07, 2012

Tanta luta pra se adaptar, tantos olhares diferentes me reprovam... É muito fácil apontar o dedo na sua cara e dizer o que você deve ou não fazer... Mas fazer alguma coisa, que é bom, ninguém quer fazer. Que MERDA! Não quero viver de ler livros baratos e implorar migalhas...

sexta-feira, maio 18, 2012

Se eu fico infeliz de qualquer forma, melhor ser infeliz fazendo alguma coisa útil. Fuck

domingo, abril 01, 2012

^^

Às vezes, as pessoas acordam num dia de sol e querem ser sombra. Às vezes, acordam num dia de chuva e são o sol que esquenta o frio que faz...

quinta-feira, março 01, 2012

ai

Realmente, Saulo... Tens razão. Pareço distante porque realmente estou distante. Não queria sentir essas coisas, mas estou sentindo. A gente cava um abismo ao redor da gente. Eu, por estar num outro momentum, e você, por proteção.

As coisas poderiam ser mais simples. Nós poderiamos estar apaixonados como antigamente. Mas não estou conseguindo mais.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

fragmento

Sou Lays Antunes com orgulho de ser Lays Antunes
sou um ser humano com orgulho de ser humana, imperfeitamente humana, fadada tanto ao sucesso quanto ao fracasso.
O que me motiva é imaginar mais do que eu consigo suportar, é ter esse acúmulo louco de sentimentos em camadas, é saber que escolhendo uma coisa, eu não abro mão de outra.
E é com esse orgulho de ser eu, que quero abarcar mais do que eu poderia: quanto mais coisas eu puder fazer, vou fazer. Sempre que puder escolher tudo de uma vez, vou escolher, porque se for pra errar, que seja em grande estilo.

Se for pra errar, é bom que eu erre feio, mesmo, porque eu estou fazendo as coisas por inteiro, completa, ali, no agora, entregue. Entrege aos sonhos que me permito ter, entregue aos pensamentos que quero grandiosos. Exagerados, mesmo. Assim como eu.

Acabou essa conversa de fazer as coisas pela metade, ou tímida num canto.

domingo, janeiro 08, 2012

:)

desvantagens de grande volume de leitura diária: niilismo
vazio

tudo é nada
tudo é efêmero, pequeno, comum...
nada surpreende
nada é bom.

deslizo e sobrevivo como um fantasma da noite.
passando e assombrando os mesmos cantos, vendo cada vez menos sentido no passado e cada vez menos possibilidade de felicidade no futuro.

um monte de caos e mais caos, falta de sentido e falta de incentivo.

terça-feira, dezembro 06, 2011

ah, mais esse negócio de felicidade é muito engraçado!
quem mais a louva é quem menos sente.

raros momentos de leveza numa vida inteira de cérebro torturante!

hahahahahahahaaaaaaaa

dá vontade de rir psicopaticamente, porque a visão é tão mutável, tão efêmera e tão frágil
a cada segundo tudo muda de foco, as coisas que eram já não são mais
e as novas coisas parecem melhores, sendo que são só diferentes

e a vida muda de parametros, muda de tudo
até que já não seja mais vida como se pensa
mas uma nova coisa com o mesmo nome.

segunda-feira, dezembro 05, 2011

ffffffffffffffffffff

Um longo suspiro para uma longa e cansativa existência.

:)

que bom!

quarta-feira, novembro 23, 2011

Ao meu pai.

Pai,

Uma das lembranças mais antigas que eu tenho da gente, acho que eu não tinha mais de 5 anos, e você, mais de 28, foi de uma vez que você me levou pra praia, como fazia quase todos os dias. Eu lembro que você estava comendo caranguejo numa mesa muito perto do mar e eu fui passear pela areia e tomar banho na beirinha. Me distraí e quando te procurei, não te achei mais.
Apesar do meu medo, eu pensei que de nada adiantaria chorar e me desesperar. Respirei fundo e fui na mesa mais próxima pedir ajuda a estranhos pra te achar. Quando eu estava conversando com eles, você apareceu, rindo, e disse: eu tô aqui, minha filha.
Eu te abracei e você me pegou no colo. Você nunca tirava os olhos de mim, em qualquer lugar. Acho que naquela época, eu era a coisa mais importante da sua vida.
Nunca me perdi sem que você me achasse. Eu me sentia tão segura, tão confiante de que qualquer coisa que pudesse acontecer, você estaria lá pra me pegar no colo, me abraçar e dizer "eu tô aqui".
Eu era uma criança arrogante, mandona e mimada. Eu que dizia as brincadeiras que todos iam brincar, eu tinha os brinquedos mais legais, eu tinha o mundo que você me deu de presente. Generosidade foi uma das minhas primeiras lições, e aprendi com você. Eu tinha as Barbies e minhas primas, não. Aí, eu pegava e dava pra elas, como você fazia com qualquer coisa que seus amigos precisassem. Apesar de a Tia Janeide devolver toda vida, o gesto de uma criança se desfazer de um brinquedo querido pra ver outra feliz me mostrou como a felicidade do próximo era importante.
Ao mesmo tempo que o mundo era meu, eu queria que todo mundo fosse feliz como eu era. Como você me fazia ser.
Daí, fui crescendo e aprendendo lições mais duras com pessoas bem menos amáveis do que você. Pessoas que infelizmente jamais saíram do convívio do que eu antes chamava de família.
Bem, não importa. Com os anos, fui perdendo minha coroa e esse foi o lado positivo de tudo. Eu percebi que o mundo não era seu pra me dar assim, como você tinha feito, e aprendi a importância do outro. Aprendi que minha vontade não era a vontade absoluta, e que as pessoas são diferentes.
Apesar do aprendizado, foram tantas tristezas, pai. Tantos mal entendidos, tanto rancor, tanto ciúme dirigido a mim, por minha causa, pelo fato de eu existir!
E eu entendo o porquê, eu consigo lembrar as peças do adversário se movendo em direção ao cheque-mate. Eu consigo entender cada sentimento por trás daquela forma de lidar com as coisas. E eu me ressinto. É claro que eu tive uma grande parcela de culpa naquilo tudo, mas minha culpa foi inocente. Eu contava você como garantido, eu achava que nada que eu fizesse poderia te tirar de perto de mim. Mas eu errei. Eu calculei mal. Até hoje a sensação dos seus olhos me reprovando não saiu de dentro. Sob a sua perspectiva, eu sei, não sou muito legal.
Mas poxa... Você é meu pai. Você deveria me aceitar acima de tudo... ou não?
Piercings, roupas, música... De que tudo isso importa, se eu conservo a essência? Porque você acreditou naquelas palavras distorcidas pelo rancor, quando poderia apenas olhar para sua filha e ver?

Bem, pai. Naquele dia, eu não chorei. Aquele dia na praia foi realmente desesperador. Os minutos em que eu vasculhei a orla com o olhar e não te encontrei, fiquei com medo. E você apareceu.

Mas hoje eu sei que estou mais uma vez perdida na praia, esperando você voltar pra mim. E eu também sei que dessa vez, isso não vai acontecer. Esse momento é como uma foto... Outros virão, mas essa imagem vai ficar eternamente gravada na minha mente. A imagem de que você me deixou anos na praia, esperando. A sensação de que você não estava mais me observando de longe, cuidando de mim. A sensação de que você parou de se importar.

Eu realmente me sinto abandonada por você. Quando eu precisei, você não veio. Quando eu chorei, você não estava aqui pra me dizer que tudo ia ficar bem. E esse momento passou.

Eu lembro dessa história da praia, porque eu vejo: desde criança eu sou forte. Desde criança, eu tento resolver as coisas antes de me desesperar. E quando eu me desespero, mesmo que eu esteja com a alma em frangalhos, despedaçada, desfigurada pela dor, eu penso que minha vida só vai poder ficar melhor. Em algum momento, vai ser triste, como agora, mas os momentos bons virão.

É uma pena, mesmo, que você não esteja aqui pra ver a pessoa que eu me tornei, ou a pessoa que eu poderia ter me tornado se você não tivesse partido pra esse seu mundo tão dissonante do meu.

Dinheiro, dinheiro, posses, estilo de vida. Pai, você é o típico homem-massa. Se liberte. E me liberte de você.

Não quero mais sofrer.

domingo, novembro 13, 2011

Minhas mágoas são poucas, mas profundas e elas simplesmente-não-vão-embora!

Que merdaAaAaAaAaAaAaAaAaAaaaaaaaaa


Eu tenho saudades da época em que eu sabia perdoar.
cresci e me tornei uma pessoa pior...


:~~~~~~~~~~~~~~~~~~

tou me odiando (Y)

Parabéns, Lays.

quinta-feira, novembro 10, 2011

ah, se amar fosse a resposta

Mas viver demanda muito mais esforço do que apenas ser puro.
Inclusive, pureza não é uma das qualidades mais prezadas pelas ideologias. Pelo contrário, tem sido difundido, já há muito tempo, que os fins justificam os meios. E se você parar pra pensar, se você chegasse num ponto em que salvaria milhões ao matar um, você apenas tomaria a decisão de deixar milhões morrerem se fosse por covardia.
É essa a extensão das ideologias... Eu acredito no que eu falei ali em cima. E porque?

^^

Ah, se amar fosse a resposta pra todos os problemas do mundo... Ah, se fosse.
Problemas que nós mesmos criamos, vemos se desenvolver caoticamente até chegar a um ponto em que fogem de controle. Mas como imaginar as proporções das coisas que causamos?

Criar é um ato que transcende o objetivo proposto.
A partir do momento que algo novo surge, cria uma certa independência. Pode ser adotado por outrem, pode ser peça-chave pra mudar alguma coisa que você nem sequer imaginava...


Por isso é muito bom pensar nas consequências dos seus atos. E rezar pros seus planos seguirem o curso que você quer, porque somos mais plâncton nesse mar do que imaginamos.

Casualidade é um ponto de vista, ok, mas qual seria o propósito do esforço se tudo já estivesse pre-estabelecido?

quarta-feira, novembro 09, 2011

=)

oh, man, sorry... but i'm ridiculousily in love with u

Thriller Caseiro - Entendendo a estrutura do roteiro em 3 atos numa sessão de lavagem de louça

Introdução: apresentação dos personagens

Recolher toda a louça espalhada pela casa, guardar os restos comíveis de comida na geladeira e jogar o resto nojento no lixeiro.
Separar a louça em 3 categorias - Talheres e copos, Pratos e Panelas

Ato I

Pratos - a parte mais tranquila de lavar a louça, SE os pratos já estiverem de molho.
>> As coisas ainda estão calmas, os amigos estão colocando as malas no carro e rindo.

Ato II

Taheres e copos - aquelas coisinhas pequenas e chatas, com coisas grudadas, tipo nescafé e leite ninho, aumenta o nivel de dificuldade e de nojo.
O carro dá o prego meia-noite em frente ao cemitério. Os amigos se espalham em busca do coveiro.

Um deles acha o coveiro sodomizando um corpo de 3 dias recém-desenterrado, cheio de terra. As mortes começam. O coveiro descobriu que tem gente no cemitério e sai arrancando cabeças.


Clímax: Panelas - meu chapa, malhação de braço e estômago revolto. São os grandes vilões da louça

A última gatinha está tentando encontrar o namorado e o coveiro a acha. Ela pega uma pá e arranca a cabeça do coveiro.

Ato III

Limpar a pia

Ela volta para casa sozinha, sem amigos, sem namorado, de carona com um fazendeiro gordo e fedorento. Está traumatizada. Sua vida jamais será a mesma.

andarilho

Meus passos nunca realmente chegam ao chão. Sempre a um centímetro, meus pés param e o espaço me sustenta. A fé me segura a flutuar num vão de ar.
Não consigo sentir o chão, não arranho minhas palmilhas.
Minha imaginação se recusa a me permitir ver a realidade, mais dura e fria do que eu gostaria de admitir.

Consequências? Ha! O que são consequências? Elas não existem. Não existe culpa. Apenas o agora, imutável, inevitável, a prisão das ilusões.





Palavras, vidas, pessoas, pensamentos, sociedade. Nada disso existe, não é palpável.
Não tem logica.
Sao só conceitos.



A verdade é que eu não sou a única a pisar num vão de ar.
A interação entre os átomos é magnética. A repulsão entre os elétrons fez com que você nunca realmente tenha tocado em nada na sua vida.

E as ilusões começam por aí.
Solidez, existência, interação...
Não existem tais coisas.

Existem, sim, ilhas incomunicáveis num oceano interminável.


Pra que eu vou escrever? Vai ter gente que quer ler, mas foda-se.
Odeio pessoas.

E apesar disso, eu as amo. Mais que a mim mesma, eu amo o que está ao meu redor.

^^


As coisas ficaram tão confusas depois dos meus sonhos!

Anomia bate à porta. E eu nem preciso abrir pra ela entrar.

segunda-feira, novembro 07, 2011

suspeitas

Suspeitas
¬¬

ou é muita coincidencia, ou tem algo mais aí.



Bem..
Deixa pra lá.

sexta-feira, outubro 28, 2011

^^

Será que você tem a mínima idéia do efeito que você causa em mim?
Será que você sequer consegue imaginar quantas vezes meus pensamentos se desviam pra você durante o dia?

Às vezes eu tenho lembranças tão fortes, de tão boas que foram, que me causam sensações físicas.
Sorrio mongolmente sozinha, pensando.
Como eu te disse, a produtividade até diminui.

^^


Não, você não tem noção do efeito que você causa em mim. Minha lua me dá toda a intensidade que eu preciso, todo o imenso prazer que só eu consigo calcular.
Acho que me tornei muito mais sexy com os pensamentos nada inocentes que venho tendo ultimamente.

Penso até que é errado.
Algo tão bom não pode ser certo.





É como se a vida se personificasse em um momento. Ou em alguns deles.
É por isso que eu te digo da minha necessidade de me sentir constantemente apaixonada... Me inspira.
Me inspira.


E não há palavras pra descrever, porque é uma coisa de unica e exclusivamente sentir. E não pensar.

;*



E não vou nem começar a falar em você, senão perco o rumo e me desvirtuo das mil coisas que tenho que fazer.
Só pra deixar registrado...

quarta-feira, outubro 19, 2011

Transição

Vida...

Acho que o intervalo da depression is over!

É engraçado... Signo + Ascendente + Lua me dão a maior alegria de viver do mundo, esse povo ridiculo da minha familia só pode ter feito as coisas muito erradas pra eu ficar triste viu!
;PPPPPPP

Agora foi bom porque aprendi a ser cautelosa com pessoas.
:)


Anyway...


Lista da semana:

1- relatório de pesquisa da Bete (quarta-feira)
2- Refazer argumento e escaleta do Glauber (quinta-feira)
3- Mr. Jac - Documentario do Hidario (sexta-feira)


qua, qui e sex = tocar e estudar teoria musical

acho que vou fechar meu facebook oh ¬¬
ele toma minha vida.

anyway

xoxo
hahahahahaha!

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