estou me tornando um cão treinado, indigno de meu cérebro! o conhecimento se tornou uma merda sistematizada, comum, nojenta. Isso me tira todo o prazer de aprender. eu juro que o dia mais feliz da minha vida vai ser quando essa merda acabar, e eu puder estudar as coisas que me dão prazer ao invés de estudar essas merdas que explicam como o mundo funciona. merda!
merda merda merda!
Bem.. Eu só gostaria de declarar uma coisa: FODA-SE O ENSINO MÉDIO! FOI A PIOR COISA QUE ME ACONTECEU NA VIDA! ainda bem que acabou, neh?
:D
faltam só mais uns diazinhos e pronto. Estarei feliz! x)
merda...
alguma coisa está refreando o meu pensamento criativo. que pena... eu tenho tanto a dizer e só o que eu falo é "merda"( *observação inútil apagada* ) >)
Bem.. o que me resta a fazer já foi dito por Machado de Assis: "Dançar um tango argentino"
e fazer um simulado (ai! Só de falar nessa palavra me dá náuseas! E reais! Um rebuliço no estômago fenomenal)
A infelicidade... Um tema tão clichê ultimamente, mas um tema tão real...
e essa merda medíocre aqui é só conseqüência de insatisfação e adestramento cerebral, e essa é uma frase que comprova isso.
segunda-feira, outubro 15, 2007
quinta-feira, setembro 27, 2007
quarta-feira, setembro 12, 2007
caos portátil, débil filosofia
sim.. penso e reasseguro a sentença
Pequeno momento onde a realidade é móvel, apesar de estática.
Estou sentada, mas o mundo vibra, cahcoalha e zumbe, fisicamente e sonoramente
Caos portátil, débil tentativa de governar a caneta. Ela samba no compasso quebrado do ônibus cacoalhado, ôô.
Caos portátil, isolado mas numeroso. São muitos no tráfego, no asfalto, no mato e na caixa craniana, que não rima
cheguei
fim
*escrevi isso no circular da moradia
:D
tá tão bonitinhoooo itii
sim.. penso e reasseguro a sentença
Pequeno momento onde a realidade é móvel, apesar de estática.
Estou sentada, mas o mundo vibra, cahcoalha e zumbe, fisicamente e sonoramente
Caos portátil, débil tentativa de governar a caneta. Ela samba no compasso quebrado do ônibus cacoalhado, ôô.
Caos portátil, isolado mas numeroso. São muitos no tráfego, no asfalto, no mato e na caixa craniana, que não rima
cheguei
fim
*escrevi isso no circular da moradia
:D
tá tão bonitinhoooo itii
quarta-feira, agosto 08, 2007
last archievements.
acho que dormir no chao molhado do banheiro depois de vomitar abracada com a privada é o melhor jeito de aliviar a tensão pré-vestibular.
Sim, eu estava precisando disso
e de um bom simulado de primeira fase no dia seguinte.
nota máxima em física e matemática, claro.
:)
3,0 em biologia, naturalmente
e o fim de um desespero dissertativo que durou uns 5 meses
Sim, eu estava precisando disso
e de um bom simulado de primeira fase no dia seguinte.
nota máxima em física e matemática, claro.
:)
3,0 em biologia, naturalmente
e o fim de um desespero dissertativo que durou uns 5 meses
domingo, agosto 05, 2007
intertextualidade, eu ía escrever
mestre yoda que o diga
meu cerebro anda indisciplinado. Se eu já não fosse acostumada com isso, reclamaria mais. O problema é que a indisciplina do momento está me deixando irritada. Caralho! Bloqueio dissertativo, e só há tres meses da provinha da unicamp. :)
acho que nada
eu não acho nadaaa!!!
cade meu talento nato pra discutir todos os temas da face da terra analiticamente?
nhemmmmmmmmm
:~~~~~~~~~~~~~~~~
odeio tv. acho que eu escutei mais o hino brasileiro durante esse mes passado do que em toda a minha vida. Minto; eu era obrigada a escutar todo dia antes da aula, durante 1 ano. Mas nao conta, pq eu era piveta
viu viu viu ??????????
viu como eu nao sei mais pensar?
viu que merda de texto?
:~~~~~~
sem minhas palavras, o que vai ser de mim?
odio
>/
e eu tinha tantas coisas pra relatar.
bosta
acho que quando vc para de viver, vc para de pensar.
entao , deve ser consequencia de eu estar estudando demais e vivendo de menos.
só pode ser isso!
*desespero*
*tédio*
essa vida de pre-vestibulanda de verdade, internada nos estudos não me faz bem, sinceramente.
eu não nasci pra isso.
blergh
mestre yoda que o diga
meu cerebro anda indisciplinado. Se eu já não fosse acostumada com isso, reclamaria mais. O problema é que a indisciplina do momento está me deixando irritada. Caralho! Bloqueio dissertativo, e só há tres meses da provinha da unicamp. :)
acho que nada
eu não acho nadaaa!!!
cade meu talento nato pra discutir todos os temas da face da terra analiticamente?
nhemmmmmmmmm
:~~~~~~~~~~~~~~~~
odeio tv. acho que eu escutei mais o hino brasileiro durante esse mes passado do que em toda a minha vida. Minto; eu era obrigada a escutar todo dia antes da aula, durante 1 ano. Mas nao conta, pq eu era piveta
viu viu viu ??????????
viu como eu nao sei mais pensar?
viu que merda de texto?
:~~~~~~
sem minhas palavras, o que vai ser de mim?
odio
>/
e eu tinha tantas coisas pra relatar.
bosta
acho que quando vc para de viver, vc para de pensar.
entao , deve ser consequencia de eu estar estudando demais e vivendo de menos.
só pode ser isso!
*desespero*
*tédio*
essa vida de pre-vestibulanda de verdade, internada nos estudos não me faz bem, sinceramente.
eu não nasci pra isso.
blergh
terça-feira, maio 08, 2007
Estava só em seu quarto.
A luz estava apagada e um frio com calor dominava-a a ponto de alternar o uso do cobertor de meio em meio minuto. Se remexia de um lado para o outro, virando de barriga para cima e para baixo, como se fosse um bife assando na panela. Mas o que realmente a incomodava não era o seu estado físico. Na verdade, isso era uma consequência de seus pensamentos fúnebres. Acabara de presenciar um assassinato ideológico!
Não conseguia se conformar com a incisiva crueldade com que aquele cara fora discriminado! Tudo que ele queria era fazer parte do festival, contribuir com suas idéias, mas fora boicotado. Uma gosma de mal estar preenchera-a a ponto de nada mais importar, a não ser aquele episódio discreto no canto de um palco. E ela, uma ilustre desconhecida, recém-chegada, nada pôde fazer. na verdade, até poderia ter feito, mas não teve coragem. Assistiu ao anti-espetáculo calada, anônima. Mais uma pessoa culpada da discriminação.
Se levantou, acendeu a luz do quarto, ensaiou alguns rabiscos num papel. Não conseguiria desenhar, isso estava claro. Resolveu, então, escolher um livro de que gostasse muito, que provavelmente leria pela décima vez, senão mais. Prescrutou as prateleiras com os olhos, mas não se interessou por nada. Mesmo assim, pegou Morangos Mofados, do Caio Fernando Abreu. Leu o primeiro parágrafo da primeira crônica, e imediatamente parou. percebeu que não aguentaria ler aquilo sem querer se suicidar. "Merda de depressão! Esse cérebro recorrente não me deixa em paz!"
não conseguia parar de lembrar de fatos ocorridos há muito tempo atrás, que a torturavam profundamente. Ligou o som, pôs um cd do Smashing Pumpkins, apagou a luz e deitou de novo. Os olhos arregalados denunciavam um cérebro operante a zilhões de pensamentos por segundo, sentimentos, ebulições de desespero! "Isso tem que acabar! Não aguento mais!" tentou se forçar a pensar em coisas boas, no presente, nos quadros que pintava, nas cores de suas histórias favoritas, mas estava dominada. Se sentia preenchida com aquilo, de uma forma insuportável! Parecia que todos os demõnios existentes decidiram dançar e gritar em volta dela, ao embalo da distorcida poesia infernal. Ela queria silêncio! Queria parar de pensar, parar de sentir.
Gritou. Gritou e chorou até não poder mais, pensando nas músicas que não tocara, nas exposições que não fizera, nos amigos que não conhecera. Pensou nas palavras que não disse, nos textos que não escrevera, na vida que não vivera, e percebeu.
Percebeu que tudo aquilo era em vão, que estava esquecendo das coisas que fizera, e que o mundo era uma mera interpretação de seu cérebro. Percebeu, então que era jovem, muito jovem. E que tinha muito o que aprender e muito auto-controle a adquirir.
Percebeu que era amada, e que não estava só. Ela tinha a si mesma e a todas as coisas boas que adquirira na vida. Aos poucos, fora se acalmando. Percebendo as cores com que pintara seu quarto, viu as cores que pertenciam à sua vida. Viu que possuía tudo, do mesmo jeito que tudo a possuía, de um jeito equilibrado e perfeito.
Foi ficando com sono, pois estava cansada. Desperdiçara toda a sua energia em pensamentos maus e puramente imaginativos, inspirados em fatos que ninguém mais se lembrava.
Contudo, apesar de se controlar, ainda se sentia triste. O que ela viu foi real. O Homem Discriminado ainda existe.
Só porque usava uma roupa diferente, e tinha uma aparência diferente, não pôde participar de um evento CULTURAL!
Só pode ser a natureza humana, mesmo.. Tem que encontrar defeitos nos outros pra se auto-afirmar. Tem que se sentir superior pra se sentir alguém.
e... bla.
A luz estava apagada e um frio com calor dominava-a a ponto de alternar o uso do cobertor de meio em meio minuto. Se remexia de um lado para o outro, virando de barriga para cima e para baixo, como se fosse um bife assando na panela. Mas o que realmente a incomodava não era o seu estado físico. Na verdade, isso era uma consequência de seus pensamentos fúnebres. Acabara de presenciar um assassinato ideológico!
Não conseguia se conformar com a incisiva crueldade com que aquele cara fora discriminado! Tudo que ele queria era fazer parte do festival, contribuir com suas idéias, mas fora boicotado. Uma gosma de mal estar preenchera-a a ponto de nada mais importar, a não ser aquele episódio discreto no canto de um palco. E ela, uma ilustre desconhecida, recém-chegada, nada pôde fazer. na verdade, até poderia ter feito, mas não teve coragem. Assistiu ao anti-espetáculo calada, anônima. Mais uma pessoa culpada da discriminação.
Se levantou, acendeu a luz do quarto, ensaiou alguns rabiscos num papel. Não conseguiria desenhar, isso estava claro. Resolveu, então, escolher um livro de que gostasse muito, que provavelmente leria pela décima vez, senão mais. Prescrutou as prateleiras com os olhos, mas não se interessou por nada. Mesmo assim, pegou Morangos Mofados, do Caio Fernando Abreu. Leu o primeiro parágrafo da primeira crônica, e imediatamente parou. percebeu que não aguentaria ler aquilo sem querer se suicidar. "Merda de depressão! Esse cérebro recorrente não me deixa em paz!"
não conseguia parar de lembrar de fatos ocorridos há muito tempo atrás, que a torturavam profundamente. Ligou o som, pôs um cd do Smashing Pumpkins, apagou a luz e deitou de novo. Os olhos arregalados denunciavam um cérebro operante a zilhões de pensamentos por segundo, sentimentos, ebulições de desespero! "Isso tem que acabar! Não aguento mais!" tentou se forçar a pensar em coisas boas, no presente, nos quadros que pintava, nas cores de suas histórias favoritas, mas estava dominada. Se sentia preenchida com aquilo, de uma forma insuportável! Parecia que todos os demõnios existentes decidiram dançar e gritar em volta dela, ao embalo da distorcida poesia infernal. Ela queria silêncio! Queria parar de pensar, parar de sentir.
Gritou. Gritou e chorou até não poder mais, pensando nas músicas que não tocara, nas exposições que não fizera, nos amigos que não conhecera. Pensou nas palavras que não disse, nos textos que não escrevera, na vida que não vivera, e percebeu.
Percebeu que tudo aquilo era em vão, que estava esquecendo das coisas que fizera, e que o mundo era uma mera interpretação de seu cérebro. Percebeu, então que era jovem, muito jovem. E que tinha muito o que aprender e muito auto-controle a adquirir.
Percebeu que era amada, e que não estava só. Ela tinha a si mesma e a todas as coisas boas que adquirira na vida. Aos poucos, fora se acalmando. Percebendo as cores com que pintara seu quarto, viu as cores que pertenciam à sua vida. Viu que possuía tudo, do mesmo jeito que tudo a possuía, de um jeito equilibrado e perfeito.
Foi ficando com sono, pois estava cansada. Desperdiçara toda a sua energia em pensamentos maus e puramente imaginativos, inspirados em fatos que ninguém mais se lembrava.
Contudo, apesar de se controlar, ainda se sentia triste. O que ela viu foi real. O Homem Discriminado ainda existe.
Só porque usava uma roupa diferente, e tinha uma aparência diferente, não pôde participar de um evento CULTURAL!
Só pode ser a natureza humana, mesmo.. Tem que encontrar defeitos nos outros pra se auto-afirmar. Tem que se sentir superior pra se sentir alguém.
e... bla.
segunda-feira, maio 07, 2007
haha!
ahuiehaiuhuiae
que fase zen eh essa?
eu bem que poderia me poupar de certos clichês.
tá certo que eh massa e tal ser feliz
mas escrever desse jeito do post passado é indigno!
e eu deixo o texto aí pra ser crucificado!
:D
bem..
eu não sei se eu já mencionei meu ego...
pois é. ele anda me dando trabalho. Muito tempo sozinha.
caralho!
eu não sabia o que é ser uma pessoa solitária, e pra ser sincera, já tô me cansando disso!
Nem bem comecei minha nova vida de ilustre desconhecida do outro lado do país, já me sinto uma alma dentre as pessoas!
ô coisinha surpreendente ser insegura!
Ainda bem que quanto mais tempo passa, melhor vai ficando, inevitavelmente.
Então, acho que tenho que esperar mais né?
Afinal, se passaram (não tão) apenas 2 meses.
nem bem não tão
nem tão não bem
não tão nem bem
nem nem tão bem
santa aula de inglês.
e eu encomendo a alma do livro de históraia ao diabo! todos sabem que os livros de historia merecem isso!
pois é.. e ainda vão se passar mais vários meses até que eu sinta o aroma de maresia de novo.
devia ter mar em campinas..............
lalablablão!
eu vi uma entrevista tão legal de uma menina tão legal na tv cultura!
:D:D
Angélica Freitas!
pretendo adquirir o livro dela. me pareceu interessante
:)
ah! e eu escrevi um outro roteiro hoje pra um curta!
:D
lalala!
feliz feliz!
o roteiro é legal!
x)
vai ser feito em flash no fim do ano que vem, quando o iguh estiver aprendendo a animar com flash
:):):)
quem tiver sugetões pra superar trava recentemente adquirida contra redações, por favor me avisar.
preciso MUITO superar minha trava pra escrever esses malditos textos com fronteiras!
acho que tenho que parar de escrever livremente e comecar a me acostumar com temas e coletâneas de textos, neah?
blablabla
adios
que fase zen eh essa?
eu bem que poderia me poupar de certos clichês.
tá certo que eh massa e tal ser feliz
mas escrever desse jeito do post passado é indigno!
e eu deixo o texto aí pra ser crucificado!
:D
bem..
eu não sei se eu já mencionei meu ego...
pois é. ele anda me dando trabalho. Muito tempo sozinha.
caralho!
eu não sabia o que é ser uma pessoa solitária, e pra ser sincera, já tô me cansando disso!
Nem bem comecei minha nova vida de ilustre desconhecida do outro lado do país, já me sinto uma alma dentre as pessoas!
ô coisinha surpreendente ser insegura!
Ainda bem que quanto mais tempo passa, melhor vai ficando, inevitavelmente.
Então, acho que tenho que esperar mais né?
Afinal, se passaram (não tão) apenas 2 meses.
nem bem não tão
nem tão não bem
não tão nem bem
nem nem tão bem
santa aula de inglês.
e eu encomendo a alma do livro de históraia ao diabo! todos sabem que os livros de historia merecem isso!
pois é.. e ainda vão se passar mais vários meses até que eu sinta o aroma de maresia de novo.
devia ter mar em campinas..............
lalablablão!
eu vi uma entrevista tão legal de uma menina tão legal na tv cultura!
:D:D
Angélica Freitas!
pretendo adquirir o livro dela. me pareceu interessante
:)
ah! e eu escrevi um outro roteiro hoje pra um curta!
:D
lalala!
feliz feliz!
o roteiro é legal!
x)
vai ser feito em flash no fim do ano que vem, quando o iguh estiver aprendendo a animar com flash
:):):)
quem tiver sugetões pra superar trava recentemente adquirida contra redações, por favor me avisar.
preciso MUITO superar minha trava pra escrever esses malditos textos com fronteiras!
acho que tenho que parar de escrever livremente e comecar a me acostumar com temas e coletâneas de textos, neah?
blablabla
adios
sexta-feira, maio 04, 2007
aprendizado
cada vez mais, me torno cônscia de um mundo além dos 5 sentidos físicos. Uma vez que tudo é formado por energia, mais ou menos densa, e que captamos apenas uma pequena gama de vibrações, nada mais natural que admitir a existência daquilo que não vemos. o que não deve acontecer é uma mistificação dessa energia oculta aos nossos sentidos.
por aqui, as coisas estão diferentes do esperado, mas estou me esforçando para aprender cada vez mais.
estou com dificuldades que, desejo que sejam superadas antes de julho, pra eu poder voltar pra fortaleza com a cabeça tranquila.
a pior coisa que já inventaram foi esse processo seletivo impreciso de merda!
whatever..
n tenho muito o que escrever.
tenho várias redações a fazer, coisas a estudar, a pensar, e pessoas a conhecer.
agradeco a tudo o que tenho.
acho que estou conseguindo atingir minha paz.
por aqui, as coisas estão diferentes do esperado, mas estou me esforçando para aprender cada vez mais.
estou com dificuldades que, desejo que sejam superadas antes de julho, pra eu poder voltar pra fortaleza com a cabeça tranquila.
a pior coisa que já inventaram foi esse processo seletivo impreciso de merda!
whatever..
n tenho muito o que escrever.
tenho várias redações a fazer, coisas a estudar, a pensar, e pessoas a conhecer.
agradeco a tudo o que tenho.
acho que estou conseguindo atingir minha paz.
sábado, dezembro 09, 2006
o céu é policromático.
as cores vêm em degradês, ondulantes e intensas. sempre sentimentais.
mas o céu é uma ocisa muito chata, muito clichê. Claro que não deixa de ser bonito.
mas...
beleza você encontra ao olhar pro seu lado. em cima de uma mesa de vidro escuro, uma garrafa térmica branca com lágrimas de café, já secas, uma bandeja transparente sustentando duas xícaras coloridas e duas brancas, um cinzeiro de cristal, finamente recortado de forma que brilhe e uma bolinha de malabares, meio suja, mas muito colorida. quatro cadeiras displicentemente assentadas.
dignos de registro.
vou sair dessa vida de palavras e vou para as imagens.
boa sorte aí, se é que você existe.
as cores vêm em degradês, ondulantes e intensas. sempre sentimentais.
mas o céu é uma ocisa muito chata, muito clichê. Claro que não deixa de ser bonito.
mas...
beleza você encontra ao olhar pro seu lado. em cima de uma mesa de vidro escuro, uma garrafa térmica branca com lágrimas de café, já secas, uma bandeja transparente sustentando duas xícaras coloridas e duas brancas, um cinzeiro de cristal, finamente recortado de forma que brilhe e uma bolinha de malabares, meio suja, mas muito colorida. quatro cadeiras displicentemente assentadas.
dignos de registro.
vou sair dessa vida de palavras e vou para as imagens.
boa sorte aí, se é que você existe.
lava e zero absoluto
breu e brancura
me sinto na fissura
e nao sei como escuto
as ideias nao correspondem aos fatos
tudo é confuso
pode até ser que faça sentido
mas é difícil
e apesar disso
a oscilação é cada vez menor
venho me tornando uma onda com uma frequencia menor :)
amplitude de caos diminui...
:)
espero que continue assim.
e espero, também, que os acessos de fúria terminem
breu e brancura
me sinto na fissura
e nao sei como escuto
as ideias nao correspondem aos fatos
tudo é confuso
pode até ser que faça sentido
mas é difícil
e apesar disso
a oscilação é cada vez menor
venho me tornando uma onda com uma frequencia menor :)
amplitude de caos diminui...
:)
espero que continue assim.
e espero, também, que os acessos de fúria terminem
quinta-feira, novembro 30, 2006
sinto necessidade extrema de evacuar
evacuar meu cérebro!
expulsar todos os pensamentos que nele moram.
apertar o botão de alarme e assustá-los todos!
no final das contas, eu não sei mais o que me faz bem
eu era feliz do jeito que eu era.
contudo, a sabedoria popular me fez mudar os rumos, e agora, preciso me encontrar de novo, e em novos ambientes (internos)
a batalha comecou, e estou muito preocupada.
e me sinto ttriste e vazia, e me surpreendo pensando em coisas absurdamente banais.
coisas absurdamente frívolas, fúteis, indignantes.
tentativas frustradas de me preencher..
tão triste, tão verdade...
BU!
evacuar meu cérebro!
expulsar todos os pensamentos que nele moram.
apertar o botão de alarme e assustá-los todos!
no final das contas, eu não sei mais o que me faz bem
eu era feliz do jeito que eu era.
contudo, a sabedoria popular me fez mudar os rumos, e agora, preciso me encontrar de novo, e em novos ambientes (internos)
a batalha comecou, e estou muito preocupada.
e me sinto ttriste e vazia, e me surpreendo pensando em coisas absurdamente banais.
coisas absurdamente frívolas, fúteis, indignantes.
tentativas frustradas de me preencher..
tão triste, tão verdade...
BU!
sexta-feira, novembro 24, 2006
Sinal Fechado
– Ola! Como vai?
– Eu vou indo. E você, tudo bem?
– Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar um lugar no
futuro... E
você?
– Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono
tranqüilo...
Quem sabe?...
– Quanto tempo!...
– Pois é, quanto tempo!...
– Me perdoe a pressa, é a alma dos nossos negócios!
– Oh, não tem de quer! Eu também só ando a cem!...
– Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por
aí!
– Pra semana, prometo, talvez nos vejamos... Quem
sabe...
– ...Quanto tempo!
– Pois é... Quanto tempo!...
– Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na
poeira das
ruas...
– Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à
lembrança!
– Por favor, telefone! Eu preciso beber alguma coisa
rapidamente...
– Pra semana...
– O sinal!...
– Eu procuro você...
– Vai abrir!...
– Prometo, não esqueço...
– Por favor, não esqueça. Por favor!...
– Adeus!
– Não esqueço...
– Adeus!
– Adeus!
não é de minha autoria, mas...
adeus é a mais triste das palavras,
e a pressa torna tudo mais cruel.
a melodia, sempre tensa, caminha por entre meus poros
me faz derramar lágrimas de alma.
essa poesia, modesta, nada sensacionalista, mal chega a ser um detalhe na história da arte brasileira, me toca de forma tão profunda, tão .. sincera, que, surpresa, me desespero.
mas não faz a menor diferença, não é mesmo?
sem mais delongas, adeus...
– Eu vou indo. E você, tudo bem?
– Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar um lugar no
futuro... E
você?
– Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono
tranqüilo...
Quem sabe?...
– Quanto tempo!...
– Pois é, quanto tempo!...
– Me perdoe a pressa, é a alma dos nossos negócios!
– Oh, não tem de quer! Eu também só ando a cem!...
– Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por
aí!
– Pra semana, prometo, talvez nos vejamos... Quem
sabe...
– ...Quanto tempo!
– Pois é... Quanto tempo!...
– Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na
poeira das
ruas...
– Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à
lembrança!
– Por favor, telefone! Eu preciso beber alguma coisa
rapidamente...
– Pra semana...
– O sinal!...
– Eu procuro você...
– Vai abrir!...
– Prometo, não esqueço...
– Por favor, não esqueça. Por favor!...
– Adeus!
– Não esqueço...
– Adeus!
– Adeus!
não é de minha autoria, mas...
adeus é a mais triste das palavras,
e a pressa torna tudo mais cruel.
a melodia, sempre tensa, caminha por entre meus poros
me faz derramar lágrimas de alma.
essa poesia, modesta, nada sensacionalista, mal chega a ser um detalhe na história da arte brasileira, me toca de forma tão profunda, tão .. sincera, que, surpresa, me desespero.
mas não faz a menor diferença, não é mesmo?
sem mais delongas, adeus...
quarta-feira, novembro 15, 2006
minha vida não tem título.
eu só estou aqui, sentada numa cadeira, esvaziando em palavras a angústia que insiste em me dominar.
meus passos não deixam rastros.
vou caminhando e fazendo um barulho tão alto que se torna impossível de se escutar, e meus passos são tão incertos que não formam uma trilha. eles simplesmente deixam marcas absurdas e ininteligíveis.
em mim mora alguma coisa. alguma coisa que faz parte de mim, e que eu não sei se deveria ter o direito de existir.
e meu coração? meu coração, que gasta todo o seu combustível em segundos, me deixando seca como uma pedra? sentimentos intensos, absurdos, e fatalmente perecíveis.
sim, sou lixo orgânico. facilmente biodegradada.
exageradamente biodegradável!
degrado vidas.
principalmente a minha.
e ainda assim meus olhos astutos prestam uma atenção curiosa, clínica, às merdas que ocorrem à minha volta.
desculpe, vida, por não confiar muito nas palavras das pessoas. elas costumam camurflar, justificar atos que predizem a verdade a respeito delas. eu, tão boa em julgar a vida dos outros, tão boa em dar conselhos, me vejo presa no meio de diversos caminhos que devo julgar e escolher, mas não posso. não posso abrir mão de certas coisas! mas tenho que fazer minha escolha rápido,antes que a vida a faça por mim.
pelo menos vou manter um certo nível de controle sobre tudo, e não deixar a culpa flutuando por entre os fatos que influenciam minha vida.
queria ter coragem de morrer...
quando eu falo "se cuide" é pra mim que estou falando. porque, da mesma forma que eu não penso em morrer, não penso em viver.
resultado: acabo preenchida com estofa.
porque estofa? porque a unica utilidade dela é preencher.. e o resto do raciocínio, deixo a seu cargo. essas frases nem precisavam ser ditas; foi só precaução.
falou..
eu só estou aqui, sentada numa cadeira, esvaziando em palavras a angústia que insiste em me dominar.
meus passos não deixam rastros.
vou caminhando e fazendo um barulho tão alto que se torna impossível de se escutar, e meus passos são tão incertos que não formam uma trilha. eles simplesmente deixam marcas absurdas e ininteligíveis.
em mim mora alguma coisa. alguma coisa que faz parte de mim, e que eu não sei se deveria ter o direito de existir.
e meu coração? meu coração, que gasta todo o seu combustível em segundos, me deixando seca como uma pedra? sentimentos intensos, absurdos, e fatalmente perecíveis.
sim, sou lixo orgânico. facilmente biodegradada.
exageradamente biodegradável!
degrado vidas.
principalmente a minha.
e ainda assim meus olhos astutos prestam uma atenção curiosa, clínica, às merdas que ocorrem à minha volta.
desculpe, vida, por não confiar muito nas palavras das pessoas. elas costumam camurflar, justificar atos que predizem a verdade a respeito delas. eu, tão boa em julgar a vida dos outros, tão boa em dar conselhos, me vejo presa no meio de diversos caminhos que devo julgar e escolher, mas não posso. não posso abrir mão de certas coisas! mas tenho que fazer minha escolha rápido,antes que a vida a faça por mim.
pelo menos vou manter um certo nível de controle sobre tudo, e não deixar a culpa flutuando por entre os fatos que influenciam minha vida.
queria ter coragem de morrer...
quando eu falo "se cuide" é pra mim que estou falando. porque, da mesma forma que eu não penso em morrer, não penso em viver.
resultado: acabo preenchida com estofa.
porque estofa? porque a unica utilidade dela é preencher.. e o resto do raciocínio, deixo a seu cargo. essas frases nem precisavam ser ditas; foi só precaução.
falou..
quarta-feira, novembro 01, 2006
sabe de uma coisa?
hoje eu fiz uma extravagância
e tô com um frio na barriga
:D
acho que vai ser divertido
x)
e tô com um frio na barriga
:D
acho que vai ser divertido
x)
domingo, outubro 29, 2006
segunda-feira, outubro 23, 2006
terça-feira, outubro 10, 2006
A arte. Espero não estar sendo presunçosa.
A arte é qualquer coisa ao acaso. Ela está aonde conseguimos encontrá-la.
Dominar uma arte não é nada. Admiração vem de qualquer lugar.
Somos todos iguais
Ou não.
A perfeição reside no infinito, em algum ponto no desconhecido, livre de qualquer promessa, pois ela é só um referencial. Um referencial adotado além do possível, do imaginável. Ela se faz presente em tudo, porém, pois qualquer coisa é um pedaço.
Sou várias, na verdade. Eu represento, também, somente um referencial de ser humano, vago, massa de obra para que alguém me construa em seu cérebro.
:)
Dominar uma arte não é nada. Admiração vem de qualquer lugar.
Somos todos iguais
Ou não.
A perfeição reside no infinito, em algum ponto no desconhecido, livre de qualquer promessa, pois ela é só um referencial. Um referencial adotado além do possível, do imaginável. Ela se faz presente em tudo, porém, pois qualquer coisa é um pedaço.
Sou várias, na verdade. Eu represento, também, somente um referencial de ser humano, vago, massa de obra para que alguém me construa em seu cérebro.
:)
quarta-feira, outubro 04, 2006
como eu passo meu tempo :)
Laly do mal says:
acabei de ler
tu tma acido
escondido
e nao me fala
mas as drogas
fazem só a gente ver a realidade de outra forma
mais pura e assustadora
pq vc compreende que não entende nad
ou que td o que vc vive é uma questão de interpretação e de pre-programação
o que vc é, o que vc come, como vc se mexe, como vc fala
costumes..
e não temoque entender
e não tem o que mudar
porque no final das contas
não faz a minima diferença
porque o tempo vai continuar passadndo
e vc, por mais que pense que tem escolha, não tem
vc é simplesmente arrastado como o plâncton no mar
ou até menos que isso..
vc pode ser o plâncton do universo
e vc eh tao fragil
e n vale a pena não ser fragil..
;P
porra mah
subjetivismo e filosofia
levam qualquer um à loucura!
parece q vc entra numa funcão que se repete eternamente
e as respostas so geram masi perguntas
e vc trava
;P
¿ says:
Quando se desvia do fluxo que devemos seguir. nao tem mais volta, sua mente já voou pra muito mais longe do corpo e é como se voce vivesse duas vezes ao mesmo tempo em milhares de universos diferentes
Laly do mal says:
shitta
¿ says:
eh
nada faz a minima diferença
e por enquanto vou vomitando palavras
enquanto eu nao vomito o ultimo pedacinho de carne que nunca me pertenceu
hoje leram as coisas do meu caderninho estranho e ficaram com medo de mim dizendo que eu uso coisas tambem
aiehuiaheih
sei lah.. mais eu sinto soh desespero e tenho vontade de ri alto
é bizarro isso
o tipo de pessoas insanas que eu conheco
os questionamentos absolutamente inuteis que eu me faço e que só me deixam depressiva
a merda da função infinito elevado a infinito, que na realidade é igual a nada
e nós todos somos arrastados pelo tempo e não temos escolha
nem nós nem aqueles que supostamente nos controlam
E eu realmente comeco a acreditar que nada daqui pode nos controlar. Nem os prepotentes políticos e donos de multinacionais, nem nós mesmos.. Porque ainda podemos pensar nessas coisas inuteis e não nos importar em absoluto com nada que venha a nos acontecer. Afinal, somos todos vítimas.. Vítimas da existência!
acabei de ler
tu tma acido
escondido
e nao me fala
mas as drogas
fazem só a gente ver a realidade de outra forma
mais pura e assustadora
pq vc compreende que não entende nad
ou que td o que vc vive é uma questão de interpretação e de pre-programação
o que vc é, o que vc come, como vc se mexe, como vc fala
costumes..
e não temoque entender
e não tem o que mudar
porque no final das contas
não faz a minima diferença
porque o tempo vai continuar passadndo
e vc, por mais que pense que tem escolha, não tem
vc é simplesmente arrastado como o plâncton no mar
ou até menos que isso..
vc pode ser o plâncton do universo
e vc eh tao fragil
e n vale a pena não ser fragil..
;P
porra mah
subjetivismo e filosofia
levam qualquer um à loucura!
parece q vc entra numa funcão que se repete eternamente
e as respostas so geram masi perguntas
e vc trava
;P
¿ says:
Quando se desvia do fluxo que devemos seguir. nao tem mais volta, sua mente já voou pra muito mais longe do corpo e é como se voce vivesse duas vezes ao mesmo tempo em milhares de universos diferentes
Laly do mal says:
shitta
¿ says:
eh
nada faz a minima diferença
e por enquanto vou vomitando palavras
enquanto eu nao vomito o ultimo pedacinho de carne que nunca me pertenceu
hoje leram as coisas do meu caderninho estranho e ficaram com medo de mim dizendo que eu uso coisas tambem
aiehuiaheih
sei lah.. mais eu sinto soh desespero e tenho vontade de ri alto
é bizarro isso
o tipo de pessoas insanas que eu conheco
os questionamentos absolutamente inuteis que eu me faço e que só me deixam depressiva
a merda da função infinito elevado a infinito, que na realidade é igual a nada
e nós todos somos arrastados pelo tempo e não temos escolha
nem nós nem aqueles que supostamente nos controlam
E eu realmente comeco a acreditar que nada daqui pode nos controlar. Nem os prepotentes políticos e donos de multinacionais, nem nós mesmos.. Porque ainda podemos pensar nessas coisas inuteis e não nos importar em absoluto com nada que venha a nos acontecer. Afinal, somos todos vítimas.. Vítimas da existência!
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