sexta-feira, outubro 17, 2008

:S

aaae meu deusssssssssss

o que eu faço?
:)


mt confusão na vida de uma so pessoa oh..

quinta-feira, outubro 16, 2008

- amiga diz:
se eu podesse, moraria num supermercado e teria meu homem
- amiga diz:
dai ficava perto dos meus dois grandes amores: piroca e comida


hahahahahahahahahaa

mais um roteiro a ser escrito!

terça-feira, outubro 14, 2008

You live too far away
Your voice rings like a bell anyway
Don't give up your independence
Unless it feels so right
Nothing good comes easily
Sometimes you gotta fight

whoah, amber is the color of your energy
whoah, shades of gold displayed naturally


311 amber

vicio extremo em 311!

sábado, outubro 11, 2008

hunf... n sei pq o mundo vive de mau humor oh
hoje meu pai veio aqui, ja foi logo reclamando "desse brinco no teu focinho"
mau humor extremo
aí minha mae chega
pior humor ainda

=P

ain ain
n sei o que eu tenho oh
acho que eh excesso de bom humor. ngm pode ver ngm feliz q vem encher o saco. pqp!

parece que eh justamente pq eu consigo ficar de bom humor, apesar de tudo, que a vida fica querendo me empurrar pra baixo. Pois eu me nego terminantemente a ficar triste! Todos podem pisar no meu coração umas 5000 vezes!

são 19:35


e nada
e nada
e nada

:)


mas ainda bem que tenho o baixo, e um cabo novinho pro som. agr posso pegar musicas!

só queria ficar com vontade!




pra vc ver, blog.. to tao sem nada pra fazer
nem ngm pra conversar
que to falando com vc, assim, como se fosse um dialogo.


ai ai ai

que bura eu sou

=\\
acho que vou ligar eh pra pessoas que nao falo ha tempos pra ver coeh...
é achoque vou fazer isso..

sexta-feira, outubro 10, 2008

para meu pai:

O homem que diz "dou"
Não dá!
Porque quem dá mesmo
Não diz!
O homem que diz "vou"
Não vai!
Porque quando foi
Já não quis!
O homem que diz "sou"
Não é!
Porque quem é mesmo "é"
Não sou!
O homem que diz "tou"
Não tá
Porque ninguém tá
Quando quer
Coitado do homem que cai
No canto de Ossanha
Traidor!
Coitado do homem que vai
Atrás de mandinga de amor...
violencia
eh a alma do negocio


ai q raivaaaaa

segunda-feira, outubro 06, 2008

X:
você tem uma beleza despretensiosa, olhar inteligente, muitos livros lidos sem querer dar uma de cult. Você é uma pessoa que conquista com um sorriso. É tranquilo demais..
sem traços perfeitos, sem corpo perfeito, mas com um charme além de palavras.
com conversas além do quotidiano.
com os olhos fixos no mar, nas estrelas, mas com os pés fincados na areia.
sabe... eu fico nervosa antes de te ver.
e fico triste depois que a gente se despede.

;**

sábado, outubro 04, 2008

rancor e psicose

(quadrúpedes na visão periferica, vozes imperativas emanando do exterior, mente pútrida em decomposição; esses pedaços de carne morta que pendem da minha memória e caem no chão, ano após ano, fertilizam minhas terras mentais áridas, fazendo brotar lindos carvalhos e obaobás pequeninos. nada de flores. talvez uns espinhos... é; quem sabe, uns espinhos!)




Se o seu melhor argumento é "eu que te alimento"
engole teu dinheiro
temperado com essa amargura e pequenez
de ser que se extingue
de estrela que vira pedra
fria, tão fria
oca, vazia
perdida na escuridão do universo
circundada por poeira negra

respeito é uma coisa que só ganha quem faz por merecer
um 'agora', um grito de raiva, uma ameaça
o que são essas coisas, senão as quedas dos pedaços de ponte?
e depois, quando só sobrarem os pedaços de corda despida
você vai conseguir ser equilibrista e atravessar bamboleando?
o risco de queda é tão maior...

e essa ponte é feita da nossa própria carne
porque diabos você está nos mutilando dessa forma,
arrancando os nervos e veias que seguram o couro no qual pisamos pra adentrar uma no mundo da outra?
eu só quero ver quando, depois da queda, a corda prender no nosso pescoço
e nos sufocar pela sua vontade de coisa morta, tão precisa...


grita, esfrega, faz drama, se esconde atrás da sua máscara de doente mental, auto-piedosa, fazendo as coisas pra reclamar depois de como foi penoso fazê-las.
sem um pingo de satisfação dentro de ti, porque tudo é dor
e parece que criar, realizar, não te são mais importantes ou nobres.
tua filha é trabalhosa
tua vida é dolorosa
teu trabalho é amargo

mas é mesmo?
ou é só você que se satisfaz descontando em mim sua raiva e tendo justificativa plausivel pra isso? "estou cansada" "estou sofrendo" "estou preocupada"
como se eu nao sentisse todas essas coisas, também
e as sentisse de corpo preso...


pois pega, então, esa cruz aí no chão, que tanto te faz bem te fazendo mal!
vive dentro desses ideais cristãos reformados
dessa freneticidade, desse culto maldito
que te dá como única recompensa e punição o fato de te livrar das tuas culpas
te impedindo de crescer
te deixando estagnada no tempo e no espaço
te envelhecendo três anos por ano
pintando de branco esses fios de cabelo aí

seja uma mártir, é satisfação de vida garantida!

ei, geminiano

:*

a mais nobre capacidade humana

é a de se reinventar sempre
:)

quinta-feira, outubro 02, 2008


nothing better than rage against the machine + alcohol + cigarrettes to make your mood better!
:)


Settle For Nothing - Rage Against the Machine

A jail cell is freedom from the pain in my home
Hatred passed on , passed on and passed on
A world of violent rage
But it's one that I can recognize
Having never seen the color of my father's eyes
Yes, I dwell in hell, but it's a hell that I can grip
I tried to grip my family
But I slipped
To escape from the pain and an existance mundane
I gotta 9, a sign, a set and now I gotta name

Read my writing on the wall
No one is here to catch me when I fall
But death is on my side
Suicide

A jail cell is freedom from the pain in my home
Hatred passed on , passed on and passed on
A world of violent rage
But it's one that I can recognize
Having never seen the color of my father's eyes
Yes, I dwell in hell, but it's a hell that I can grip
I tried to grip my family
But I slipped
To escape from the pain and an existance mundane
I gotta 9, a sign, a set and now I gotta name

Read my writing on the wall
No one is here to catch me when I fall
Caught between the culture and the system
Genocide

Read my writing on the wall
No one is here to catch me if I fall
If ignorance is bliss
Then knock the smile of my face

If we don't take action now
We settle for nothing later
We'll settle for nothing now

And we'll settle for nothing later
e eu pensei em explicações
não achei nenhuma

pensei em algum jeito logico de resolver o impasse
não achei tbm


porque essas coisas não têm "como", "quando", "onde" nem "porquê".
só o inconsciente que sabe, mesmo..
e só ele decide.
:*

quarta-feira, outubro 01, 2008

fil. geral e da comunicação
Caps. I a IX da Poética
(Pra quarta que vem)

Narrat. fic. em midias audiovisuais:
escolher um filme, ou trecho, ou curta, etc; fazer a decupagem E a análise dos elementos da narrativa. =P
(pra 2 meses)

ain ain
quero nem saber o que a prof. de portugues vai querer...
:P

e ainda tem um caralho de um conto!

ps. bolo fofo: 15,00
bolo de morango: 35,00
bolo de morango com uma camada de 4 dedos de chantily caseiro: nao tem preço
:)

terça-feira, setembro 30, 2008

1
Int. Quarto. Noite.

Uma mulher está sentada numa escrivaninha, em seu quarto. Ela está bebendo um gole de whisky barato (a garrafa está em cima da mesa, quase cheia). Na mesa, há várias marcas do copo. Ela começa a escrever algo num papel. Há um relógio que marca 2:28 A.M.

Cutaway(quando ela começa a escrever): animação mostrando um homem de chapéu-coco e terno andando com um buquê de flores no cemitério à tardinha.

Cutback:
A mulher risca as palavras, frustrada. Toma o resto do copo de whisky e volta a escrever. Ela para e olha para o nada, pensativa. Começa a escrever, de novo. A caneta para em cada palavra, como se ela estivesse tendo muita dificuldade.

Cutaway: animação mostrando um homem de chapéu-coco e terno chorando num túmulo, à tarde.

Cutback: Ela risca as palavras de novo, ficando ainda mais frustrada. As sobrancelhas, franzidas. Ela ensaia um leve tamborilar de dedos, com a outra mão na testa.

De repente, as luzes se apagam (falta energia).

2
Int. despensa, cozinha, sala, corredor, quarto.

Ela acende uma vela na despensa. Pega o pacote que acabou de abrir, uma caixa de fósforos e sai andando com a vela acesa até o quarto, passando pela sala e por um corredor com um espelho no fim.
Música enquanto ela anda: Careful with that axe, Eugene – Pink Floyd. CD:Ummaguma / só o começo da musica.

3
Int. Quarto. Noite.
(sem música)

A mulher acende velas pelo quarto todo, principalmente na escrivaninha. Senta e começa a escrever. Vai ficando empolgada e começa a beber o whisky no gargalo da garrafa.

cutaway:

(The trial, Pink Floyd, em todos os próximos cutaways)
Um esqueleto de terno sujo, sem gravata, a blusa de dentro aberta, mostrando os ossos, e uma cartola na cabeça. Ele para na primeira lápide, bate com os nós dos dedos bem em cima do epitáfio, e outro esqueleto aparece, saindo de dentro da terra. Esse está com uma blusa rasgada e uma bermuda, que insiste em ficar caindo.

Cutback:
Ela começa a sorrir e beber goles cada vez mais longos, os cabelos assanhando cada vez mais por causa de seus movimentos bruscos e sua ebriedade. A caneta corre no papel como se tivesse vida própria.
A energia volta, e a mulher para de escrever bruscamente e olha com ares de indagação. Depois de um instante de reflexão, ela simplesmente desliga as luzes e continua a escrever.

Cutaway:
Os esqueletos estão, agora, andando na rua. Eles conversam em uma língua incompreensível: “blábláblá”.
Eles encontram um homem com uma garrafa de cachaça Ypióca, muito bêbado, que os olha, estarrecido. Pisca os olhos, como se não quisesse acreditar no que via. Um dos esqueletos pega a cachaça, acena com ela na mão, como se agradecendo, e continua a andar.

Cutback:
Mulher: continua escrevendo, agora sorrindo enviesado, ainda mais bêbada, completamente despenteada. Ela está com um olhar meio psicótico, parecendo louca.

Cutaway:
Os esqueletos andam em direção à praia, sentam e bebem a cachaça, olhando pra lua, em silêncio. A cachaça atravessa seus ossos e cai na areia da praia.

Cutback:
A mulher junta os papéis, os deixa em cima da mesa, liga o som, põe um cd do Portishead e se joga na cama, dormindo quase instantaneamente. O relógio marca 4:47 da manhã.


4

Ext. Sala de cinema da Unifor

A mulher está lá, em pé, toda de preto, do lado de algumas outras pessoas tão excêntricas o quanto ela.
As cadeiras da platéia estão todas ocupadas.
No telão, começa a passar a primeira cena da animação.

Fini.
Desenho por Dedé, Lápis de cor aquarela e BIC!!!!!!!!!!

:)
:*

1 pessoa entre 1000 nascem com esse tipo de talento
auto-didata

segunda-feira, setembro 29, 2008


fear, yves tanguy

surrealismo
sURr eali SmO

caos do inconsciente, psiquê em chamas













fear.. medo..
medo, medo
algo à espreita,
indefinição de novo


uma paixão brotando que nem mato quando chove
pra quê foi chover em mim?





surreal... mim surreal

mente caotica, desorganizada

sei não
eu não vi os autos






ele deve ter feito alguma coisa...
pra amassar meu coração!




surrealismo...
porque foi uma coisa tão louca...

t a OL oUcaAaaA
surreal.

fear... medo.

mas é bom
bom como massagem eterna

bom como passe

mas dá medo
e é tão complicado!

é tu mesmo!

sexta-feira, setembro 26, 2008

retórica: arte de manipular as vontades e crenças humanas com pontos de vista verdadeiros ou não.

Minha mãe me liga às 8:40 da manhã.
M: "Lays, Fulana pediu pra gente ir lá em Iguatu porque que seu tio tá dando muito trabalho à sua avó. Tem uma VAGA hoje de tarde com Tia Chiquinha e uma amanhã de manhã com a prima Laura. Eu tenho que ir amanhã porque dou aula hoje. Você vai hoje à tarde com Tia Chiquinha?"

L: "Mãe, eu tenho um monte de coisa pra estudar. Eu to dormindo, ainda. Me liga mais tarde."

M: "mas so tem uma vaga hoje bla bla bla. vou ver que horas a carona sai."

L: "nao da pra eu ir."
...

0,5 seg. dps
celular toca

"minha filha, sua avó ta precisando da gente. seu tio blablabla. você não queria ir visitar seus avós?"

"mas mae, eu tenho aula hoje."

"mas você pode faltar pra ir pra guaramiranga, pode faltar pra ir em iguatu tbm" (eis um bom argumento)

"pois o problema é justamente esse, eu já faltei demais e sao duas aulas da mesma matéria"



(continua..)

quinta-feira, setembro 25, 2008

pai?


... ... ... o telefone celular chamadoah encontra-se foara de área ou desligadoah!


*cara de cu*

(foto: carina nebulae)

é massa ouvir certas coisas dos seus pais... e mais massa é o que certos pequenos detalhes representam... ah, a simbologia inerente a vocês, coisas, a princípio pequenas, que na verdade são as mais representativas! ai ai, como vocês mexem com todos e ninguém percebe, por causa da sutileza de sua existência!


Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.

Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.

A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.

Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.

vinicius de moraes, meu amor..

pois é..
a vida é feita de pequenos momentos e a única coisa que eu tenho certeza é do caráter passageiro de tudo o que eu vivo.

acontecendo... acontecendo... aconteceu. pronto. e é um macrouniverso(a vida toda) com vários microuniversos (situações, instantes, dias ou segundos) com a mesma natureza.
e esse macrouniverso, que é o meu tempo de vida, está inserido em um universo maior ainda, que tem como limites o início e o fim do que conhecemos como 'tempo'.
e isso, claro, é o que a minha pequena mente limitada pela matéria e pelo conjunto "coisas que eu conheço" - o que já é convenção - consegue conceber. daí, posso falar... o quão ínfimos somos nós, seres humanos, pequenos pedaços de matéria orgânica e inorgânica organizados, 'autônomos', 'pensantes' e, ainda assim, sem a menor noção atemporal de existência. porque, afinal... o que é o tempo e aonde ele se insere?

bla blablabla às vezes eu queria ser uma pedra...

e as pessoas pensam em dimensões como outros mundos separados... só que essas dimensões se encontram todas misturadas nessa nossa percepção de espaço aqui! só que não percebemos sua existência porque simplesmente não pertencemos a elas! entendam, humanos, vocês têm mais limites que liberdades!

-revoltada, eu-

puta merda, mermao voltando ao meu microuniverso temporal, aqui... esse instante. essas coisas pequenas... que eu disse que são as que mais influem... "as coisas sobre as quais você não tem controle, ignore-as solenemente" esse foi um conselho tão bom que volto a repetir!

ignorá-las-ei, então! :)

comentando "o Caderno Rosa de Lori Lamby", de Hilda Hilst (a imagem é La Lectrice soumise. 1928. Oil on canvas. René Magritte)



Sentei aqui pra escrever um pouco, pra ver se eu descanso a cabeça de tanto estudo e exteriorizo um pouco dos meus conflitos; só que as coisas que eu quero falar, não posso. É segredo, sabe.. Só eu sei. E espero que continue desse jeito. Eu já sou uma pessoa bem reservada, e queria ser bem mais. Muito mais.

Então, vou falar de "O caderno rosa de Lori Lamby", da Hilda Hilst.

O livro é simplesmente o diário de uma menina de 8 anos que sofre de "abusos" sexuais. Os pais(o pai é escritor fracassado, super-nervoso, histérico e indiferente à filha, e a mãe, ninfomaníaca e mercenária), imorais, a prostituem para pedófilos, com algumas restrições ao uso da menina. Tem coisas que os clientes podem fazer, e coisas que não podem.

Até aí, horrível, indignante, mas existente, infelizmente. Já ouvimos falar dessas coisas; eu, pessoalmente, sentindo repugnância, no mínimo.
Só que aí entra o mais bizarro da história: a menina gosta! Ela não é maltratada. Ela simplesmente tem a sexualidade despertada como uma coisa natural. Ela gosta de ser lambida, acha normal pegar num pau, gosta que mexam no cu dela. É seco assim! E ela gosta ainda mais porque é uma coisa boa que a faz ganhar dinheiro e presentes, sentindo prazer. "tem gente que nasceu pra lamber e gente que nasceu pra ser lambida", diz a menina.

A Hilda Hilst simplesmente deu um nó na minha cabeça. Humor negro brilhante, pedofilia sem choque, prostituição infantil sem abuso sexual, sexo visto como brincadeira por uma criança. Como assim?!?!?!?!???

Ela mexe tão profundamente com nossos conceitos de certo e errado, e com um assunto tão grotesco e indignante, que dou graças a deus que isso seja só uma ficção. Foi tão paradoxal ler esse livro, que eu não sabia se ria ou se chorava com ele. É muita ousadia dela escrever um negócio desses, e meio assustador falar a respeito.

É genialmente depravado, morbidamente hilário, e uma delícia escatológica pra mente.

sinceramente, ...

faz caio fernando abreu parecer uma ninfeta virgem burguesa judia ortodoxa, de 15 anos de idade, superprotegida pelos pais.



meu deus, e o pior é que eu gostei do livro!

quarta-feira, setembro 24, 2008

estudar cansa, ó!

e como cansa!
tô na peia há dois dias, estudando como se eu fosse morrer se não o fizesse!
meu cérebro, o bixinho, já tá lento, com tantos processos rodando simultaneamente!
daqui a pouco, queimo meus processadores, q tão trabalhando ininterruptamente por horas e mais horas.

uff!
5:05 da manhã. to so desligando-me aqui.


hoje foram: trabalho de filosofia, o caderno rosa de lori lamby todo (hilda hilst) (por sinal, tenho que comentar esse livro aqui dps, quando eu conseguir pensar de novo) e um texto ridiculo de grande de narrativas, cheio de conceitos complicados (e eu, que nunca imaginei que eu ainda não os soubesse!)


wah
quero descanso
:~~

e ainda tenho mais uma prova depois dessa de narrativas, mais um trabalho, também, de lingua portuguesa, e o temido conto. pro dia 30, um conto e a avaliação de lingua portuguesa.

espero que mes que vem role uma descansadinha...

ou não, pro meu cerebro se desenvolver forte e bonito
:D



nem o ultimo cigarro eu quero!
dormir, agora
bom dia, dia.

ei, te amo, lays.
vc ta conseguindo
:D

(de mim pra mim)

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